26 junho 2016

INTERAÇÕES ENTRE MEDICAMENTOS NÃO QUIMIOTERÁPICOS EM UM HOSPITAL ONCOLÓGICO PEDIÁTRICO

Priscila Rego Torres, pri_torres84@yahoo.com.br; Larissa Maria Hilsdorf Bernardi Barreto, larahils@yahoo.com.br; Paula Figueiredo De Carvalho Pinto, figpaula@yahoo.com.br; Marília Pinto Federico, mfederico@uol.com.br

IOP/GRAACC/UNIFESP - SÃO PAULO - SP

Introdução: A administração simultânea de dois ou mais medicamentos pode resultar em interações medicamentosas (IM) com respostas farmacológicas ou clínicas diferentes das apresentadas quando esses medicamentos são administrados separadamente. Uma proporção considerável das reações adversas são causadas pela interação entre medicamentos. A IM é uma das variáveis que afeta o resultado terapêutico e conhecendo-as previamente é possível prevení-las. Objetivo: No estudo foram verificadas e classificadas as potenciais IM entre fármacos prescritos a pacientes de um hospital oncológico pediátrico e secundariamente classificadas de acordo com sua potencial gravidade. Métodos: Foram analisados os relatórios de consumo de medicamentos gerados pelo sistema informatizado do nosocômio, cuja forma farmacêutica fosse para administração via parenteral (injetável) ou via oral, padronizados ou não, mais utilizados nas unidades de internação. Resultados: Após análise dos relatórios de consumo nas unidades selecionadas para o estudo, entre março/2014 e fevereiro/2015, foram identificados 19 medicamentos de maior consumo e selecionados apenas as interações não desejáveis, dos quais os medicamentos envolvidos em maior número de interações graves foram os analgésicos opióides: Fentanil, Morfina e Tramadol, estando seus efeitos relacionados principalmente ao aumento do risco de depressão do sistema nervoso central e a Furosemida apresentou o segundo maior número de interações moderadas. Conclusão: Para evitar conseqüências graves é importante que os profissionais de saúde como médicos, farmacêuticos e enfermeiros conheçam os tipos de interações que podem ocorrer entre os medicamentos.

Anais do VIII Congresso da SOBRAFO - maio de 2016 - Florianópolis - SC

30 maio 2016

ESTABILIDADE DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS UTILIZADOS NA ONCOHEMATOLOGIA EM SERINGA DE POLIPROPILENO: REVISÃO DE LITERATURA.

Gilberto Barcelos Souza - gilberto.barcelos.souza@gmail.com; Amanda Castro Domingues Da Silva - amandacastro@id.uff.br; Rachel Nunes Ornellas - ornellaschel@gmail.com; Gabriel dos santos da cunha - gabriel_ceal@hotmail.com; Fernando Sérgio Da Silva Ferreiro - fsferreiro@gmail.com

Serviço de Farmácia. Hospital Universitário Antonio Pedro. Universidade Federal Fluminense. Niterói. RJ

Introdução: A integridade da embalagem e o controle adequado das condições ambientais durante o armazenamento e uso são essenciais para a qualidade de um medicamento na clínica de um hospital. A abertura do frasco, forma de estocagem, tipo de recipiente interfere no prazo de validade dos
medicamentos injetáveis, uma vez que sua estabilidade é influenciada por uma série de fatores.

Objetivo: Estabelecer, através de revisão de literatura, um  protocolo de procedimentos para a respectiva estocagem e estabilidade em seringa de polipropileno.

Metodologia: Realizou-se a busca ativa nas bases de dados MICROMEDEX, e de consultas em publicações internacionais: European Society of Oncology Pharmacists (ESOP), BC Cancer Agency (Canadá), French Society of Hospital Pharmacists (França), Cancer Care Nova Scotia (Canadá).

Resultados: Foi elaborada uma lista de 43 medicamentos: Actinomicina D (2 dias); Alemtozumabe (8 horas); Alfa-interferona 2b (2 dias); Amsacrina (15 minutos); Asparaginase (3 horas); Azacitidina (7 dias); Bevacizumabe (180 dias); Bleomicina (43 dias); Bortezomibe (3 dias); Carboplatino (91 dias); Carfilzomibe (1 dia); Cetuximabe (8 horas); Ciclofosfamida (28 dias); Citarabina (14 dias);
Cladribina (2 dias); Daunorrubicina (90 dias); Dexametasona (55 dias); Doxorrubicina (124 dias); Epirrubicina (180 dias); Estreptozocina (2 dias); Etoposido (31 dias); Floxuridina (21 dias); Fluorouracila (21 dias); Folinato de cálcio (7 dias); Gencitabina (35 dias); Idarrubicina (7 dias); Ifosfamida (1 dia); Interleucina (14 dias); Mecloretamina (4 horas); Mesna (9 dias); Metotrexato (7 dias); Mitomicina (2 dias); Mitoxantrona (28 dias); OncoBCG (6 horas); PEGAsparaginase (4 horas); Porfimer (4 horas); Tiotepa (4 horas); Tirotropina alfa (1 dia); Valrrubicina (12 horas); Vimblastina (30 dias); Vincristina (84 dias); Vindesina (21 dias); Vinorelbina (1 dia).

Conclusão: Visando a segurança do paciente e a melhoria da segurança na manipulação e na administração de medicamentos, existe a necessidade da implantação de um protocolo para a definição do tempo útil após a estocagem em seringa.

Poster in: Anais do VIII Congresso da SOBRAFO - 20 a 22 de maio de 2016 - Florianópolis - SC

31 março 2016

ESTUDO DE ADAPTAÇÕES DE FORMULAÇÕES FARMACÊUTICAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDIÁTRICO

Rafaella Nayara Andrade Marinho, Cynthia Hatsue Kitayama Cabral

Universidade Federal do Rio Grande do Norte & Hospital de Pediatria Professor Heriberto Ferreira Bezerra

Objetivo: Este estudo objetivou analisar a ocorrência de adaptações de formulações farmacêuticas (clivagem e/ou trituração de comprimidos, abertura de cápsulas ou diluição de líquidos orais disponíveis em concentrações elevadas) em um hospital pediátrico universitário e, por meio de seus resultados, servir de estímulo para a implantação de serviços de farmacotécnica hospitalar ou para terceirização de formulações pediátricas.

Métodos: Trata-se de uma pesquisa documental exploratória, com delineamento transversal, prospectivo, descritivo e observacional, realizada no período de 01 de junho a 31 de agosto de 2013. As segundas vias de prescrições médicas de pacientes internados foram analisadas e os medicamentos e os tipos de adaptações necessárias foram identificados e quantificados, permitindo determinar a frequência e os fatores motivadores.

Resultados: Avaliou-se um total de 2.270 prescrições, e nestas contabilizou-se 1.505 adaptações. O grupo de pacientes de 0 --| 7 anos foi o mais representativo no que se refere ao número de adaptações. A trituração de comprimidos foi o procedimento mais executado a fim de viabilizar a administração e 60,6% das adaptações ocorreram em virtude da necessidade de se administrar fármacos disponíveis apenas em concentrações elevadas. Dentre os fármacos que mais recorreram a modificações em sua forma farmacêutica original, destacaram-se: Furosemida (20,9%), Carbonato de Cálcio (10,9%) e Ácido Fólico (8,5%).

Conclusão: Este estudo reafirmou a carência de formulações com concentrações adequadas a pediatria, ratificando a necessidade de um serviço de farmacotécnica em ambiente hospitalar.

 Rev. Bras. Farm. Hosp. Serv. Saúde São Paulo v.5 n.3 12-17 jul./set. 2014

29 fevereiro 2016

Análise das Solicitações de Comprimidos Adaptados para Pacientes Críticos de um Hospital Universitário

Michelle Silva Nunes - Hospital Universitário Onofre Lopes / RN
Renata Cristina de Araujo Valença - Universidade Federal do Rio Grande do Norte / RN
Rayanne Karen Cunha Gurgel - Universidade Federal do Rio Grande do Norte / RN
Erlhane Irineu Lourenço Silva - Universidade Federal do Rio Grande do Norte / RN
Valdjane Saldanha - Hospital Universitário Onofre Lopes / RN
Luciana Moreira Dantas Barreto - Hospital Universitário Onofre Lopes / RN
Kátia Solange Cardoso Rodrigues dos Santos - Universidade Federal do Rio Grande do Norte / RN

Objetivo: Analisar as solicitações de comprimidos adaptados ao serviço de farmacotécnica hospitalar do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), a fim de avaliar sua necessidade, adequabilidade, custo, bem como propor soluções economicamente viáveis que venham garantir a efetividade e a segurança do tratamento.

Métodos: Estudo transversal, retrospectivo e descritivo, no qual foram revisadas todas as solicitações de adaptações de comprimidos, enviadas ao laboratório de farmacotécnica do HUOL, no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2012.

Resultados: Dentre as 2.462 solicitações revisadas foram identificados 57 fármacos, totalizando 6.565 comprimidos que foram triturados. Do total de adaptações, 59,65% (34/57) foram consideradas adequadas, por se tratar de comprimidos simples, sem interação significativa com alimentos e sem potencial teratogênico para o manipulador. As adaptações inadequadas representaram 40,35% (23/57), o que incluiu comprimidos revestidos, ou de liberação prolongada, fármacos teratogênicos, com interação clinicamente significativa com alimento, e os classificados como medicamentos de alta vigilância. As adaptações foram consideradas necessárias em 80,70% (46/57) das situações, sendo a maioria justificada pela indisponibilidade de formulações líquidas no mercado brasileiro.

Conclusão: Apesar da escassez de apresentações líquidas, algumas adaptações poderiam ser substituídas pela padronização de forma farmacêutica líquida existente, proporcionando, além da vantagem econômica, mais segurança aos pacientes em uso de sonda. O farmacêutico é o profissional indicado para avaliar a adequabilidade dessas adaptações e propor soluções para viabilizar procedimentos mais seguros e econômicos.

Congresso de Farmácia Hospitalar: IX Brasileiro e II Sulamericano - 2013

20 janeiro 2016

Perfil de Uso de Medicamentos Não Licenciados e em Regime Off-Label em Crianças e Adolescentes Internados em um Hospital Pediátrico de Manaus

Vanessa Pereira Gomes; Kédma Melo da Silva; Suely Oliveira Chagas;  Igor Rafael dos Santos Magalhães.

Universidade Federal do Amazonas;   Instituto de Saúde da Criança do Amazonas - AM.

Introdução: A prevalência do uso de medicamentos não licenciados e em regime off-label em pacientes pediátricos têm sido alvo de estudos da comunidade científica para o correto entendimento deste fenômeno na prática clínica. Objetivos: Determinar o perfil de uso de medicamentos não licenciados e em regime off-label em crianças e adolescentes internados em um hospital pediátrico de Manaus. Metodologia: Foi realizado um estudo descritivo com corte transversal a partir da análise de prontuários e das prescrições de medicamentos recebidas na Farmácia Hospitalar do Instituto da Saúde da Criança do Amazonas. Neste estudo, somente pacientes com idades entre 2 – 18 anos internados no foram avaliados. Resultados: No total, 320 pacientes foram incluídos na pesquisa e os escolares (8-10 anos) representaram 84% do total de indivíduos. As doenças respiratórias foram o principal motivo de internação. Os analgésicos foram a classe terapêutica mais prescrita (93%). Os 1.158 itens prescritos foram classificados em: licenciados (57%), off-label (37%) e não licenciados (6%). A média de medicamentos prescritos foi de 3 medicamentos por paciente. Mais da metade dos pacientes (61%) receberam pelo menos um medicamento em regime off-label e a prevalência de uso de medicamentos não-licenciados foi 21%. Conclusão: Os resultados encontrados são semelhantes aos observados em outros relatos descritos na literatura da área. Desta forma, verifica-se a necessidade de pesquisas clínicas envolvendo esta faixa etária para a garantia da eficácia e da segurança dos medicamentos.

Anais Congresso de Farmácia Hospitalar: IX Brasileiro e II Sulamericano - 2013

26 dezembro 2015

Etude de stabilité du collyre associant chlorhydrate de phényléphrine 25 mg/mL et tropicamide 5 mg/mL

F. Stordeur, C. Chanat, M-L. Brandely-Piat, F. Chast

Pharmacy unit, GH Paris Centre, site Hôtel-Dieu, AP-HP,
1 place du Parvis Notre Dame, 75004 Paris, France

Le dépistage de la rétinopathie du prématuré repose sur la réalisation d’un fond d’œil régulier nécessitant le recours à un mydriatique. En 2012, l’ANSM a recommandé de remplacer l’atropine par la phényléphrine à 2,5% ou 1% et le tropicamide.

Nous avons mis au point un collyre associant le chlorhydrate de phényléphrine 25 mg/mL (2,5%) et le tropicamide 5 mg/mL (0,5%), association permettant d’obtenir une mydriase satisfaisante avec deux instillations de une goutte à T0 et T15 min pour un fond d’œil à T30 min.

L’objectif consiste à démontrer la stabilité physico-chimique et microbiologique du collyre à 3 mois. La préparation est effectuée en isolateur en surpression dans un environnement de classe D.

Le collyre est obtenu par dissolution de la poudre de chlorhydrate de phényléphrine (Inresa) dans la solution de tropicamide (Mydriaticum unidoses® 0,5%, Théa) puis filtration stérilisante et répartition aseptique. Trois lots de 40 flacons ont été produits par 3 opérateurs différents. Les flacons d’un volume nominal de 3 mL, en polyéthylène basse densité (PEBD), sont remplis à 1 mL.

Ils sont conservés à l’abri de la lumière et à température ambiante pendant 3 mois. La teneur en principes actifs a été mesurée par CLHP-UV, selon une méthode validée. Une observation visuelle a également été effectuée ainsi que le suivi du pH et de l’osmolarité.

La stérilité a été étudiée selon la technique BacT/Alert® (Biomérieux). Pour les 3 lots étudiés, les teneurs en principes actifs sont comprises entre ± 5% des teneurs cibles. Aucune apparition de particules ou de coloration n’a été détectée. Le pH (4,99±0,02) ainsi que l’osmolalité (512,6 ± 4,7 mosm/kg) n’ont pas varié pendant la durée de l’étude. La stérilité est maintenue.

Cette étude a permis de valider la stabilité physico-chimique et microbiologique à 3 mois du collyre de chlorhydrate de phényléphrine et de tropicamide dans un conditionnement en PEBD avec une conservation à température ambiante et à l’abri de la lumière.

Reference: Congrès 2015. Disponível em: http://www.gerpac.eu

12 outubro 2015

Estabilidad fisicoquímica de captopril y enalapril en formulaciones orales líquidas para pacientes pediátricos

En el último numero de la revista Pharmaceutical Development and Technology acaban de publicarse dos estudios de estabilidad de dos formulaciones orales líquidas  de uso frecuente  en pacientes pediátricos con patologías cardiovasculares: captoprilo y enalaprilo.

 Los estudios de estabilidad se han desarrollado de acuerdo a la normativa ICH  y las concentraciones de ambos fármacos se determinaron por cromatografía líquida de alta resolución (HPLC). Tambien se realizo estudio reológico y de pH,  Las formulaciones se evaluaron por  triplicado  a  5, 25  y 40º C  y en los dias  0, 15, 30, 50  y 90. Como  fuente de  principio  activo  se  utilizó  materia  prima  pura, El estudio concluye  que ambas  formulaciones se  mantuvieron  estables  durante 50 días conservadas a 5ºC.

La composición de las formulas ensayadas se detallan a continuación:
Captipril 1mg/mL
Captorilo....................... 100 mg
Edetato disódico............. 10 mg
Agua puruficada c s,p......100 mL

Enalaprilo 1mg/mL 
Enalapril maleato ..…....100 mg
Ácido cítrico ……….......592 mg
Sol. HCl 0.1M ……….....0.9 mL
Sol. NaOH 1 M …….…..5.7 mL
Agua purificada ……..…28.5 mL
Jarabe simple ……….…25.0 mL


El trabajo due desarrollado por  tres investigadores de la universidad de Sevilla : Marta Casas, Jose Alvarez, y Marıa Jesus Lucero del  Departamento de Farmacia y Tecnología Farmacéutica  de la Facultad de Farmacia, Destacar la labor que viene realizando este departamento dentro de la "Comisión de Unificación de Criterios en formulación Pediatrica" (Symposium Rafael Colunga) sobre estudios de estabilidad de las formulaciones mas frecuentes en la población infantil.

 
Referência: Blog "Buscando la fórmula" -

24 agosto 2015

Emulsión de monobenzona

La monobenzona (monobencil éter de hidroquinona) se presenta como un polvo liviano de color marrón claro, insoluble en agua y soluble en alcohol. Se emplea en concentraciones del 10-20 % como despigmentante irreversible en las pigmentaciones residuales del vitíligo. Además de inhibir la síntesis de melanina, produce la destrucción de los melanocitos.
Suele formularse en emulsiones aniónicas como la base de Beeler a la que se añade glicerina al 15 % con dos fines: favorecer la incorporación de la monobenzona evitando la formación de grumos y evitar en lo posible la sequedad que produce dicha sustancia sobre la piel. Es importante añadir a la formulación un antioxidante como puede ser vitamina C al 1 % ya que la monobenzona es fácilmente oxidable. Formulación básica de monobenzona:
 
Monobenzona, 20 %
Glicerina, 15-20 %
Vitamina C, 1 %
Base de Beeler csp, 30 g
 
Blog Dr Alia.

04 junho 2015

FORMULACIÓN DE LEVOFLOXACINO SUSPENSIÓN ORAL PARA EL TRATAMIENTO DE LA TUBERCULOSIS EN PEDIATRÍA

Valcarce Pardeiro NVP, González Rodríguez AGR, Fuster Sanjurjo LFS, Rodríguez Penin IRP, García Fernández MEGF.
Complejo Hospitalario Arquitecto Marcide. A Coruña. España.

OBJETIVOS: Establecer un procedimiento normalizado de trabajo (PNT) para la elaboración de levofloxacino 50mg/ml suspensión oral y valorar su efectividad y seguridad en un caso pediátrico de tuberculosis.

MATERIAL Y MÉTODOS: Se realizó una búsqueda bibliográfica sobre la indicación, procedimiento de elaboración y estabilidad de la suspensión oral de levofloxacino 50mg/ ml en el tratamiento de tuberculosis pediátrica. A partir de la bibliografía revisada (se encuentran referencias en Am J Health-Syst Pharm y base de datos de formulación magistral de laboratorios Fagron) se elaboró un PNT con el método de elaboración. Para el análisis retrospectivo del caso se revisó la historia clínica recogiendo datos de: edad, sexo, diagnóstico, tratamientos previos, efectividad y tolerancia de la suspensión de levofloxacino.

RESULTADOS: PNT de elaboración de levofloxacino 50mg/ml: 1) preparación del vehículo: mezclar 30 ml de Ora-Plus® y 30 ml de Ora-Sweet®, 2) triturar seis comprimidos (3000 mg) de levofloxacino en un mortero hasta polvo fino y añadir una parte del vehículo agitando con el pistilo hasta conseguir una pasta homogénea, 3) añadir el resto del vehículo agitando, 4) transferir la suspensión resultante a una probeta y enrasar hasta alcanzar un volumen de 60 ml y 5) envasar en frasco de vidrio topacio. Características organolépticas: color naranja, sabor amargo y aspecto viscoso. Estabilidad: 56 días a temperatura ambiente o nevera. Se trata de un niño de 4 años en contacto con un caso de tuberculosis bacilífera, Mantoux positivo, con radiografía de tórax sin alteraciones significativas que inicia tratamiento con isoniazida oral y rifampicina oral. El aislamiento en el cultivo de aspirado gástrico de Mycobacterium tuberculosis complex indicó asociar pirazinami da. En una revisión posterior se objetivó empeoramiento radiológico: radiografía de tórax con condensación en lóbulo medio derecho y adenopatías paratraqueales derechas. Se comprobó que el paciente había recibido dosis de pirazinamida (250 mg) e isoniazida (50 mg) subterapéuticas (error de administración) por lo que se mantuvo la triple terapia a dosis plenas (pirazinamida 500mg/día, isoniazida 150 mg/día, rifampicina 300 mg/día). Ante la sospecha de desarrollo de resistencias primarias a alguno de los fármacos se cursó solicitud de estudio de resistencias al Servicio de Microbiología y se contactó con la Unidad de Enfermedades Infecciosas, que recomendó añadir a los fármacos previos etambutol y estreptomicina, con controles visuales y auditivios periódicos. Tras un mes de tratamiento con estreptomicina, en el examen otológico se detectó un defecto de audición unilateral por lo que se suspendió estreptomicina y se añadió como quinto fármaco levofloxacino, a dosis de 10 mg/kg/día, para el que se solicitó autorización como uso especial. El tratamiento se prolongó durante 10 meses con adecuada tolerancia y buen estado general, ajustando las dosis a los cambios de peso corporal. Al final del tratamiento el paciente permaneció asintomático, sin tos ni expectoración, ausencia de adenopatías y auscultación normal por lo que fue dado de alta.

CONCLUSIONES: El PNT para la elaboración de levofloxacino 50mg/ml suspensión oral establecido es sencillo y la formulación diseñada ha permitido la administración de la dosis requerida por el paciente con buena tolerancia.

Farm Hosp. 2014;Supl. 1:9-420

28 fevereiro 2015

EMULSIONES BASE DE BEELER

La clásica base de Beeler (emulsión o/w) presenta la siguiente composición:

Alcohol cetílico ............................... 15 g
Cera blanca....................................... 1 g
Propilenglicol ................................. 10 g
Lauril sulfato sódico ........................ 2 g
Agua destilada csp ....................... 100 g

La emulsión obtenida tiene una alta consistencia y moderada extensibilidad. Se puede disminuir la consistencia y aumentar la extensibilidad de la misma simplemente sustituyendo el poliol que contiene (propilenglicol) por uno de los siguientes: sorbitol al 5 %, glicerina al 5 %, sorbitol al 10 % o PEG 400 (polietilenglicol 400) al 5 %.

Las emulsiones obtenidas al variar estos dos caracteres físicos pueden ser de utilidad en la formulación de principios activos que requieran una zona extensa y continua de aplicación, como por ejemplo: hidratantes sean oclusivos o no, en el tratamiento de pieles secas o descamativas; antipruríticos; corticoides, en el tratamiento de las distintas dermatitis; rubefacientes y antiinflamatorios; queratolíticos para el tratamiento de zonas continuas y extensas de la piel, caso de la psoriasis del cuero cabelludo, ictiosis, etc.

La emulsión base de Beeler con glicerina al 5 % tendría la siguiente composición:

Alcohol cetílico ............................... 15 g
Cera blanca........................................ 1 g
Glicerina ........................................... 5 g
Lauril sulfato sódico ......................... 2 g
Agua destilada csp ....................... 100 g

Obsérvese como se ha sustituido el propilenglicol al 10 % por la glicerina al 5 %.

Este es un pequeño extracto de uno de los resultados obtenidos por el Dr. Alía en un trabajo de investigación previo a su tesis doctoral realizado entre los años 2001-2002 y titulado: Determinación de la eficacia de los agentes higroscópicos en una emulsión de fase externa acuosa.

Web Dr. Alía: http://www.formulacionmagistral.net/

22 dezembro 2014

BIBLIOGRAFIA FÓRMULAS MAGISTRALES

BUDESONIDA Yehuda Zadik, Idan Nakdimon, Cyril Meyerowitz, Michael Y. Shapira, and Sharon Elad. Topical budesonide for severe oral chronic graft-versus-host disease. Am J Health Syst Pharm 2014; 71:181-182.

LEVETIRACETAM Daniel L. Prohotsky, Susan E. Hughes, and Fang Zhao. Stability of levetiracetam oral solution repackaged in oral plastic syringes. Am J Health Syst Pharm 2014:71:219-222.

CLONIDINA Carmen Ma, Diane Decarie, and Mary H. H. Ensom. Stability of clonidine suspension in oral plastic syringes. Am J Health Syst Pharm 2014; 71:657-661.

DARUNAVIR Catherine H Kim, Katie M Muzevich, Patricia P. Fulco. Orogastric Administration of Crushed Darunavir Tablets for a Critically Ill Patient. The Canadian J Hosp Pharm 2014; 67(1).

ATORVASTATINA Shadi Farsaei, Hossein Khalili, Effat Sadat Farboud, Iman Karimzadeh and Mohammad Taghi Beigmohammadi. Efficacy of Topical Atorvastatin for the Treatment of Pressure Ulcers: A Randomized Clinical Trial. Pharmacotherapy 2014 vol 34 (5): 19-27.

VALSARTAN Zaid Abdel Naser, Assali Mohyeddin, Qaddomi Aiman, Ghanem Mashhour, Zaaror Yara Abu . Preparation and Stability Evaluation of Extemporaneous Oral Suspension of Valsartan Using Commercially Available Tablets. Int J Pharm Compound 2014 Mar/Apr;18(2):169-174

KETAMINA + CLONIDINA + AMITRIPTILINA + CARBAMAZEPINA. Zur Eyal. Using Compounded Medications for the Topical Treatment of Complex Regional Pain Syndrome Type I Following Trauma: A Case Report. Int J Pharm Compound 2014 Jan-Feb;18(1):14-19.

27 setembro 2014

NADOLOL: ESTABILIDADE NA MANIPULAÇÃO MAGISTRAL


Nadolol 80 mg.......................................................................................................10 
Xarope Simples BP..........................................................................................24 mL 
Metilcelulose 1% HSC q.s.p............................................................................80 mL

Em recipiente adequado triturar os comprimidos de nadolol. Adicionar o xarope simples e misturar até a formação de uma pasta. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após cada adição e completar o volume final. Estabilidade de 30 dias sob refrigeração. Uso oral.

Referência bibliográfica: Souza GB. Manipulação Magistral de Medicamentos em Pediatria. São Paulo. Pharmabooks. 2003.

21 agosto 2014

PROYECTO DE DISPENSACIÓN DE JERINGAS DE METOTREXATO

Bautista Paloma FJ, Prieto Baños P, García-Avello Fernández-Cueto A, Martínez Turrión J, Baca Bocanegra B, Martínez Nieto PJ.

Hospital Virgen del Rocio. Sevilla. España.

OBJETIVOS Describir el diseño e implementación de un programa de elaboración y distribución de jeringas precargadas de metotrexato, para su dispensación a pacientes externos, en seguimiento por los servicios de reumatología y aparato digestivo por procesos inflamatorios crónicos, ante el desabastecimiento de preparados comerciales con esta presentación. Evaluar el ahorro económico que supone esta iniciativa.

MATERIAL Y MÉTODOS Se realizó una búsqueda bibliográfica para determinar la estabilidad del fármaco en jeringas de plástico, en diferentes condiciones de conservación. Se analizaron los consumos de metotrexato en jeringas precargadas en el conjunto del área hospitalaria y en cada zona básica de la misma, y se identificó a los pacientes en tratamiento, así como la dosis y pauta de cada uno de ellos. Se estableció un procedimiento de reenvasado en jeringas de polipropileno, trabajando en cabina de flujo laminar vertical, a partir de viales comerciales de metotrexato 5 g/200 ml. Se diseñó un circuito de almacenamiento y suministro, en el cual, tras la primera dispensación a cada paciente en el Servicio de Farmacia Hospitalaria, éste, para las sucesivas dosis, lo distribuye con una periodicidad bimensual a la Unidad de Farmacia del Distrito de Atención Primaria, quien, a su vez, mensualmente, lo envía, para su administración, al Centro de Salud correspondiente.

RESULTADOS Se obtuvo evidencia de que, en la oscuridad y a temperatura inferior a 25ºC, las jeringas precargadas de metotrexato 25 mg/mL son estables durante un periodo de 8 meses. Las necesidades bimensuales previstas de jeringas precargadas de metotrexato fueron de 2.700 unidades: 200 dosis de 7,5 mg, 700 dosis de 10 mg, 1.000 dosis de 15 mg, 500 dosis de 20 mg y 300 dosis de 25 mg. Teniendo en cuenta los costes de los viales de metotrexato de partida y de las jeringas precargadas comerciales a las que sustituyen las elaboradas, el impacto de ahorro mensual generado asciende a 34.000 €.

CONCLUSIONES Este proyecto ha permitido resolver el problema de desabastecimiento de metotrexato con el logro añadido de un importante ahorro económico para el Sistema de Salud.

Farm Hosp. 2013;Supl. 1:65-499

28 maio 2014

DEVELOPMENT OF A SOTALOL HYDROCHLORIDE ORAL SOLUTION FOR PAEDIATRIC CARDIOLOGY PATIENTS

S Klovrzova, P Horak, Z Sklubalova, T Kriz, L Zahalka, L Matysova

University Hospital Motol, Hospital Pharmacy, Prague, Czech Republic; Faculty of Pharmacy, Pharmaceutical Technology, Hradec Kralove, Czech Republic; Faculty of Pharmacy, Analytical Chemistry, Hradec Kralove, Czech Republic


Background Antiarrhythmic beta blocker sotalol is highly effective in the treatment of supraventricular tachycardia in children; approximately 14,000 capsules containing various doses of sotalol hydrochloride were prepared in our pharmacy in the year 2012. No licensed paediatric dosage form with sotalol is available in Europe now.

Purpose To replace the extemporaneous preparation of sotalolcontaining capsules with oral liquid for children in hospital pharmacy conditions. To ensure safe formulation of the substance in terms of minimum excipients, suitable flavour, chemical and microbiological stability. To design and verify the method for routine quality control of the final product.

Materials and methods A paediatrics cardiologist was consulted about the development of 5 mg/ml sotalol hydrochloride solution. Potassium sorbate was used as a preservative, sucrose syrup as a sweetener, and citric acid to stabilise the pH value. The stability of the solution was evaluated over 6 months at refrigerated and room temperatures using a validated HPLC method; the pH was measured.

Results The HPLC method verified chemical stability of the solution at + 4°C for 180 days. The concentration of sotalol varied between 98.5-101.0%, potassium sorbate between 95.2-103.2%, the pH value was in a range of 4.16-4.19. In the hospital pharmacy, where the HPLC method is not available, silver nitrate potentiometric titration can be used to determine the sotalol hydrochloride concentration when preparing stock solutions.

Conclusions A stable oral liquid formulation of sotalol was developed and replaced the time-consuming preparation of capsules. The proposed solution has a six months shelf life in the refrigerator, suitable dosage flexibility and easy availability for the paediatric patients. Moreover, the treatment’s safety was increased due to the formulation with documented stability and improved quality control of the final product.

Eur J Hosp Pharm 2014:21(Suppl 1):A1–224

19 abril 2014

OFF-LABEL PRESCRIPTIONS IN THE NEONATAL INTENSIVE CARE UNIT AT MARSEILLES NORTH HOSPITAL

AE Fagour, M Desbourdes, N Colombini, R Vialet, M Buès-Charbit.

Hôpital Nord, Pharmacy, Marseilles, France; Hôpital Nord, Pediatric ICU, Marseilles, France

Background The availability of drugs specifi cally assessed for use in neonates is limited as evaluation is more diffi cult in neonates than in adults. The result is a widespread off-label use of drugs, especially in neonatal intensive care units. Such practise is an essential part of their care and should be based on the best available evidence.

Purpose To describe and analyse the off-label use of medicines in a neonatal intensive care unit.

Materials and Methods Prospective observational study conducted over three months, from 27 February 2012 to 27 May 2012. All the drugs prescribed were analysed with regard to their licence status for the: indication, dose, route of administration, mode of administration, age category, formulation (compounding of capsules, oral suspensions, eye drops), contraindications and warnings especified in the summary of product characteristics of the marketing authorization.

Results In total, 638 prescriptions, comprising 59 different medicines were written, 107 newborn babies were admitted (60 male, 47 female). Their age varied from 0 to 27 days (average: 2 days), their mean gestational age was of 34 weeks of amenorrhea (65% premature), their weight ranged from 630 g to 4700 g (average: 2230 g). A total of 487 prescriptions were written off label (76%), with 101 patients (94%) receiving at least one drug used off-label. Drugs were prescribed off-label mostly concerning the indication (48%), then came off-label use for the dose and the age category. The medicine most often prescribed off-label was caffeine citrate.

Conclusions Critically ill neonates are exposed to numerous medicines, a significant proportion of which are not yet approved for use in this vulnerable group of patients. Despite European initiatives aiming to promote greater awareness and research in the paediatric population, there is still a high percentage of unlicensed or off-label drug use in neonatal intensive care. This study underlines the need for clinical research and approval of the clinical data acquired within the neonatal population.

Reference Eur J Hosp Pharm 2013;20(Suppl 1):A1–238

30 março 2014

1ª Ed. 2014 Editora Medfarma
ISBN 9788589248136
Nº de págs.: 962
Capa flexível
Formato: 16 x 23 cm

    Manual de Medicamentos Citostáticos é um livro com todos os fundamentos necessários para uso pela Equipe Multiprofissional que atuam em Unidades ou Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), que apresenta informações sobre medicamentos citostáticos para todos os estudantes e profissionais da área de saúde, com o objetivo de complementar uma abordagem multiprofissional ao paciente oncológico. Livro contendo 184 medicamentos e com os seguintes capítulos: glossário farmacêutico, glossário de oncologia, lista de abreviaturas e siglas, tabela geral de diluição, manipulação de drogas citostáticas, PGRSS com pictogramas e símbolos de identificação de grupos de resíduos, medicamentos com resumo das toxicidades e as monografias dos medicamentos. Neste sentido, o livro aborda as seguintes informações:  nome genérico do produto,  nomes comerciais, sinonímia e outras denominações, forma farmacêutica, categoria terapêutica, farmacocinética, posologia, reações adversas, regimes especiais de posologia, alertas de administração, precauções, interações medicamentosas, condutas na superdose, medidas após a contaminação acidental, protocolo para extravasamento, biossegurança ocupacional, normas internacionais de transporte do produto, PGRSS, estabilidade da solução reconstituída no frasco de vidro, concentração após reconstituição no frasco de vidro,  vias e formas de administração, diluentes, volume final e tempo de infusão, compatibilidade com as soluções e com os equipamentos,  incompatibilidade com as soluções e com os equipamentos, estabilidade em seringa plástica, estabilidade em bolsa plástica de PVC, poliolefina, PEBD e de EVA. Considero este livro uma futura publicação multiprofissional indispensável para todos os profissionais da área de saúde, que necessitam de informações atualizadas e precisas, abordando de maneira clara, simples e objetiva os estudos, principalmente, sobre protocolos para extravasamento, em condutas na superdose e na contaminação acidental, normas do PGRSS, assim como a diluição, compatibilidade e estabilidade de medicamentos citostáticos.

16 março 2014

DEVELOPMENT OF A STABLE NYSTATIN ORAL SUSPENSION TO OVERCOME SHORTAGES OF THE COMMERCIAL MEDICINE

S Cirillo, MM Giacomotti, A Leggieri, F Bordino, D Chirio, M Gallarate.

ASLTO2 NORD, S.C. Farmacia Ospedaliera 1, Turin, Italy; ASLTO2, Farmacia Ospedaliera, Ospedale Maria Vittoria-Ospedale S.G. Bosco, Turin, Italy; Università degli Studi di Torino, Dipartimento di Scienza e Tecnologia del Farmaco, Turin, Italy

Background Nystatin is often used in the treatment of cutaneous, vaginal, mucosal and oesophageal Candida infections. It’s widely employed in cancer and immunocompromised patients suffering from mucositis. The unobtainability of the commercial oral suspension from July 2011 to February 2012 caused diffi culties in the provision of the medicine for these types of inpatients and outpatients.

Purpose With the aim of ensuring a safe continuity of treatment, liquid formulations of nystatin 100,000 IU/ml were developed as oral suspensions, due to the insolubility of the drug in water. The suspensions obtained were studied to assess their chemical-physical stability to fi nd the most suitable formulation.

Materials and Methods Nystatin was dispersed in water containing preservative using carboxymethyl cellulose (CMC) or tragacanth gum as suspending agents. The aqueous vehicles used were sucrose syrup or sorbitol syrup (for the treatment of diabetic or paediatric patients) fl avoured with raspberry fl avour. The fi nal pH was maintained in the 7.0–7.8 range. The suspensions obtained were submitted to stability studies determining their chemical-physical properties (mean particle sizes, viscosity, Zeta potential) and the active ingredient content (HPLC analysis) over a 3-month period.

Results Stable suspensions of nystatin were obtained with mean sizes slightly greater than 1 μm, with both suspending agents and vehicles. CMC and sucrose syrup-containing suspension, however, was more resistant to microbiological attack and it was chosen as the most suitable preparation. Particle sizes, Zeta potential and viscosity remained unchanged for at least 3 months at 25 and 40°C. The nystatin content in the suspension decreased by about 16% after the fi rst month and then remained constant over time.

Conclusions The development of a stable nystatin suspension was crucial to ensure continuity of care for patients with oral mucositis previously treated with a commercial formulation, whose temporary
lack offered new formulation challenges to the hospital

Reference Eur J Hosp Pharm 2013;20(Suppl 1):A1–238