21 março 2020

HIDROXICLOROQUINA: Estabilidade após a manipulação magistral

HIDROXICLOROQUINA
 
Hidroxicloroquina 200 mg (15), Veículo Suspensor Oral qsp...100 mL.

Modo de preparo: Pulverizar os comprimidos. Adicionar o agente suspensor e misturar. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após cada adição e completar o volume. Estabilidade de 30 dias em temperatura ambiente.

Fórmula do veículo suspensor oral: goma xantana (0,05 g), sorbitol 70% (25 mL), glicerina (10 mL), sacarina (0,1 g), metilparabeno (0,1 g), ácido cítrico monohidratado (1,5 g), citrato de sódio dihidratado (2 g), sorbato de potássio (0,1 g) e água purificada qsp...100 mL.


Referência bibliográfica: Pesko LJCompounding: Hydroxychloroquine. Am Druggist  1993, 207:57.


Sulfato de Hidroxicloroquina 400 mg (1), Carbomelose 1,5% (1,1 mL), Glicerol (6 mL), Xarope Simples USP (35 mL), Água Purificada com Conservantes qsp...100 mL.

Modo de preparo: Pulverizar os comprimidos. Adicionar 35 mL de xaropee misturar. Adicionar carbomelose e glicerol misturando. Adicionar o veículo em porções, misturando após cada adição. Estabilidade de28 dias em temperatura ambiente.


Referência bibliográfica: Nahata MC, Pai VB. Pediatric Drug Formulations. 6th ed. Cincinnati, OH; Harvey Whitney Book; 2011.

Cloroquina: estabilidade após manipulação magistral


CLOROQUINA

¨Cloroquina Comprimido 500 mg (2), Xarope de Cereja qsp...60 mL.

Modo de preparo:Em um recipiente pulverizar os comprimidos. Adicionar 10 mL de água e misturar até uma pasta. Adicionar o veículo em porções, misturando cada adição e completar o volume final. Concentração de 10 mg/mL de cloroquina base. Estabilidade de 28 dias em temperatura ambiente e sob refrigeração.Uso oral.

Referência bibliográfica: Nahata MC, Pai VB, Hipple TF. Pediatric Drug Formulations, 5th ed. Cincinnati, OH: Harvey Whitney Books Company; 2003.

¨Fosfato de Cloroquina Comprimido 500 mg (4), Água Purificada (20 mL), Xarope de Cereja qsp...120 mL.


Modo de preparo:Em um recipiente pulverizar a cloroquina. Adicionar 20 mL de água purificada e misturar para formar uma pasta homogênea. Adicionar o veículo em porções, misturando e completar o volume. Concentração de 10 mg/mL de cloroquina base. Cloroquina base 10 mg/mL corresponde a fosfato de cloroquina 16,7 mg/mL; fosfato de cloroquina 500 mg corresponde a cloroquina base 300 mg. Estabilidade de 28 dias em temperatura ambiente ou sob refrigeração.Uso oral.

Referência bibliográfica: Jew RK, Mullen RJ, Soo-Hoo W. Extemporaneous Formulations. The Children’s Hospital of Philadelphia. Bethesda, MD: ASHP; 2003.

¨Fosfato de Cloroquina Comprimido 250 mg (10), Xarope Simples BP (30 mL), Metilcelulose 1% HSC qsp...100 mL.


Modo de preparo:Triturar a cloroquina. Adicionar 30 mL de veículo e misturar para formar uma pasta. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após cada adição. Estocado em frasco de vidro na concentração de 25 mg/mL ou 15 mg/mL de cloroquina base. Estabilidade de30 dias sob refrigeração. Uso oral.

Referência bibliográfica: Chloroquine Phosphate Oral Suspension.  The Hospital for Sick Children. Disponível em: http://www.sickkids.on.ca. Acesso em: 10 de agosto de 2005.

¨Fosfato de Cloroquina Comprimido 500 mg (3), Xarope de Cereja qsp...100 mL.


Modo de preparo:Triturar os comprimidos. Adicionar 15 mL de veículo e misturar para formar uma pasta fina. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após cada adição e completar. Estocado em frasco de vidro na concentração de 15 mg/mL. Estabilidade de60 dias em temperatura ambiente e sob refrigeração.

Referência bibliográfica: Allen LV, Erickson MA. Stability of Alprazolam, Chloroquine Phosphate, Cisapride, Enalapril Maleate, and Hydralazine Hydrochloride in Extemporaneously Compounded Oral Liquids. Am J Health-Syst Pharm. 1998; 55: 1915-20.

¨Sulfato de Cloroquina 200 mg (10), Xarope Simples BP qsp...100 mL.


Modo de preparo:Em um recipiente pulverizar os comprimidos. Adicionar 20 mL de xarope e misturar até uma pasta. Adicionar o veículo em porções, misturando cada adição e completar o volume. Concentração de 20 mg/mL. Estabilidade de 30 dias sob refrigeração.

Referência bibliográfica: Woods DJ. Formulation in Pharmacy Practice. 2nd ed. Dunedin, NZ: PharmInfoTech; 2001.

04 fevereiro 2020

Oseltamivir combined with HIV drugs lopinavir and ritonavir the medications improved conditions in patients with severe 2019-nCoV infections

combination of flu and HIV medications may be able to treat severe cases of 2019-nCoV, the new coronavirus that has emerged in China, according to doctors in Thailand who have been caring for infected patients. The team’s approach, which used large doses of the flu drug Oseltamivir combined with HIV drugs lopinavir and ritonavir, improved the conditions of several patients at the Rajavithi Hospital in Bangkok.

“This is not the cure, but the patient’s condition has vastly improved,” Rajavithi Hospital’s Kriangsak Atipornwanich says of one 70-year-old Chinese woman from Wuhan, according to Reuters. “From testing positive for 10 days under our care, after applying this combination of medicine the test result became negative within 48 hours.”

Thailand has so far recorded 19 cases of coronavirus, Reuters reports, making it the country with the greatest number of infections in Southeast Asia. Eight patients have recovered, while the rest are still undergoing treatment. Officials say that the country’s health ministry would meet today (February 3) to discuss the new treatment for severe cases. “We still have to do more study to determine that this can be a standard treatment,” Atipornwanich tells reporters.

Other countries have also showed interest in using HIV drugs against the new coronavirus. China’s National Health Commission recently began recommending lopinavir and ritonavir (sold together by Illinois-based pharma AbbVie as Kaletra), according to Fierce Pharma. AbbVie has pledged to donate about $1.5 million worth of Kaletra for the effort.

A randomized controlled clinical trial is now underway in China to test the anti-HIV drugs’ efficacy, according to a study published last week (January 24) in The Lancet. Scientists in Hong Kong will also likely test these drugs in patients alongside immune system–boosting medications, Hong Kong University microbiologist Yuen Kwok-Yung tells Science.

Other treatments being considered by national governments and pharma companies include Gilead Sciences’s remdesivir, a drug that was designed to treat Ebola but failed efficacy tests. “Gilead is working closely with global health authorities to respond to the novel coronavirus (2019-nCoV) outbreak through the appropriate experimental use of our investigational compound remdesivir,” the company’s Chief Medical Officer Merdad Parsey says in a statement.

Massachusetts-based Moderna Therapeutics, meanwhile, is collaborating with the US National Institute of Allergy and Infectious Diseases to develop an mRNA vaccine, Fierce Pharma reports.
Catherine Offord is an associate editor at The Scientist. Email her at cofford@the-scientist.com.

27 janeiro 2020

Novo coronavírus (2019-nCoV)


Introdução

Diante da emergência por doença respiratória, causada por agente novo coronavírus (2019-nCoV), conforme casos detectados na cidade de Wuhan, na China e considerando-se as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), as equipes de vigilância dos estados e municípios, bem como quaisquer serviços de saúde, devem ficar alerta aos casos de pessoas com sintomatologia respiratória e que apresentam histórico de viagens para areas de transmissão local nos últimos 14 dias. Mais informações a respeito podem ser obtidas no link na Organização Mundial da Saúde (https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019).

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas clínicos referidos são principalmente respiratórios. Por exemplo: febre, tosse e dificuldade para respirar.

Definição de transmissão local

Definimos com transmissão local, a confirmação laboratorial de transmissão do 2019-nCoV entre pessoas com vínculo epidemiológico comprovado. Geralmente para os coronavirus (SARS e MERS) essa transmissão ocorre entre os contatos próximos e profissionais de saúde.

Notificação

Os casos suspeitos, prováveis e confirmados devem ser notificados de forma imediata (até 24 horas) pelo profissional de saúde responsável pelo atendimento, ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde Nacional (CIEVS) pelo telefone (0800 644 6645) ou e-mail (notifica@saude.gov. br). As informações devem ser inseridas na ficha de notificação (http://bit.ly/2019-ncov) e a CID10 que deverá ser utilizada é a: B34.2 – Infecção por coronavírus de localização não especificada.

Procedimentos para diagnóstico laboratorial

A. Coleta
Usar equipamento de proteção individual (EPI) adequado, que inclui luvas descartáveis, avental e proteção para os olhos ao manusear amostras potencialmente infecciosas bem como uso de máscara N95 durante procedimento de coleta de materiais respiratórios com potencial de aerossolização (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro).

A realização de coleta de amostra, está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito.
Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado bronca alveolar).
 
É necessária a coleta de 2 amostras na suspeita de 2019-nCoV. As duas amostras serão encaminhadas com urgência para o LACEN. O LACEN deverá entrar em contato com a CGLAB para solicitação do transporte. Uma das amostras será enviada ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e outra amostra será enviada para análise de metagenômica.

B. Transporte
O Ministério da Saúde - MS, disponibiliza o transporte das amostras via Voetur, que em casos de emergência trabalha em esquema de plantão, inclusive nos finais de semana. O Lacem deverá realizar a solicitação do transporte, mediante requerimento padrão, que deve ser enviado ao e-mail: transportes.cglab@saude.gov.br  e clinica.cglab@saude.gov.br.

As amostras devem ser mantidas refrigeradas (4-8°C) e devem ser processadas dentro de 24 a 72 horas da coleta. Na impossibilidade de envio dentro desse período, recomenda-se congelar as amostras a -70°C até o envio, assegurando que mantenham a temperatura.  A embalagem para o transporte de amostras de casos suspeitos com infecção por 2019-nCoV devem seguir os regulamentos de remessa para Substância Biológica UN 3373, Categoria B.

C. Priorização
Os testes para o 2019-nCoV devem ser considerados apenas para pacientes que atendam à definição de caso suspeito, uma vez descartada a infecção por Influenza.
Avaliação dos contactantes

Deverá ser realizada a busca ativa de contatos próximos (familiares, colegas de trabalho, entre outros, conforme investigação) devendo ser orientados, sob a possibilidade de manifestação de sintomas e da necessidade de permanecer em afastamento temporário em domicílio, mantendo distância dos demais familiares, além de evitar o compartilhamento de utensílios domésticos e pessoais, até que seja descartada a suspeita. Orientar que indivíduos próximos que manifestarem sintomas procurem imediatamente o serviço de saúde.


Atendimento do caso suspeito Para pessoas que preencham a definição de caso suspeito

ISOLAMENTO 
1. Paciente  deve utilizar mascára cirúrgica a partir do momento da suspeita e ser mantido preferencialmente em  quarto privativo. 
2. Profissionais devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção). Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

AVALIAÇÃO
1. Reaizar coleta de amostras respiratórias. 
2. Prestar primeiros cuidados de assistência.

ENCAMINHAMENTO 
1. Os casos graves devem ser encaminhados a um  Hospital de Referência para Isolamento e tratamento. 
2. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas  medidas de precaução domiciliar.

No atendimento deve-se levar em consideração os demais diagnósticos diferenciais pertinentes e o adequado manejo clínico. 

Em caso de suspeita para Influenza não retardar o início do tratamento com Oseltamivir, conforme protocolo de tratamento de Influenza:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_tratamento_influenza_2017.pdf.

19 outubro 2019

Livro - ANTICORPOS MONOCLONAIS NA PRÁTICA CLÍNICA PROTOCOLOS EM ONCOLOGIA 1ª ED. 2019


Autores: Gilberto Barcelos Souza & Marcela Miranda Salles
ISBN 978-85-7576-243-1
406 páginas
Capa dura
HP Comunicação Associados

Livro com  a descrição de 63 anticorpos monoclonais, sendo 29 anticorpos monoclonais de uso em oncologia e ainda 94 protocolos resumidos em monoterapia e/ou terapia combinada, com os seguintes capítulos: Sumário, Nota, Abreviaturas, Normatização de etiquetas para medicamentos oncológicos, Farmacovigilância na prática clínica hospitalar, Manipulação de Anticorpos Monoclonais Oncológicos, Monografias dos Medicamentos

Neste sentido, o livro aborda as seguintes informações: nome genérico do produto, nomes comerciais, sinonímia e outras denominações, forma farmacêutica, categoria terapêutica, farmacocinética, posologia, reações adversas, regimes especiais de posologia, precauções, interações medicamentosas, protocolo para extravasamento, biossegurança ocupacional, PGRSS, estabilidade da solução reconstituída no frasco de vidro, concentração após reconstituição no frasco de vidro, vias e formas de administração, diluentes, volume final e tempo de infusão, compatibilidade com as soluções e com os equipamentos, incompatibilidade com as soluções e com os equipamentos, estabilidade em seringa plástica, estabilidade em bolsa plástica de PVC, poliolefina, PEBD e de EVA

Anticorpos Monoclonais do Livro:  ABCIXIMABE, ADALIMUMABE, AFLIBERCEPTE, ALENTUZUMABE, ALIROCUMABE, ATEZOLIZUMABE, AVELUMABE. BASILIXIMABE, BELIMUMABE, BENRALIZUMABE, BEVACIZUMABE, BEZLOTOXUMABE, BLINATUMOMABE, BRENTUXIMABE VEDOTINA, BRODALUMABE. CANAKIMUMABE, CERTOLIZUMABE, CETUXIMABE, DARATUMUMABE, DENOSUMABE, DINUTUXIMABE, DUPILUMABE, DURVALUMABE. ECULIZUMABE, ELOTUZUMABE, EMICIZUMABE, ERENUMABE, EVOLOCUMABE. GENTUZUMABE OZOGAMICINA, GOLIMUMABE, GUSELCUMABE. IBRITUMOMABE TIUXETANO, IDARUCIZUMABE, INFLIXIMABE, INOTUZUMABE OZOGAMICINA, IPILIMUMABE, IXECIZUMABE. MEPOLIZUMABE. NATALIZUMABE, NECITUMUMABE, NIMOTUZUMABE, NIVOLUMABE. OBINUTUZUMABE, OCRELIZUMABE, OFATUMUMABE, OLARATUMABE, OMALIZUMABE. PALIVIZUMABE, PANITUMUMABE, PEMBROLIZUMABE, PERTUZUMABE. RAMUCIRUMABE, RANIBIZUMABE, RESLIZUMABE, RITUXIMABE. SARILUMABE, SECUQUINUMABE, SILTUXIMABE. TOCILIZUMABE, TRASTUZUMABE, TRASTUZUMABE ENTANSINA. USTECINUMABE. VEDOLIZUMABE.




16 julho 2019

EVOLUCIÓN DE LOS ENSAYOS CLÍNICOS DE INMUNO-ONCOLOGÍA EN UN HOSPITAL UNIVERSITARIO DE TERCER NIVEL

PUÉRTOLAS TENA I, PARDO JARIO MP, GAMARRA CALVO S, CUMBRAOS SANCHEZ MJ, ALCÁCERA LÓPEZ MA, ÁLVAREZ MANCEÑIDO FJ, CAMPOS MONTELLANO FJ, PASCUAL MARTÍNEZ O

HOSPITAL CLÍNICO UNIVERSIARIO LOZANO BLESA. AVDA. SAN JUAN BOSCO 15. ZARAGOZA

OBJETIVOS
Analizar la evolución de los Ensayos Clínicos (EECC) con inmunoterapia desarrollados en el Servicio de Oncología de un hospital de tercer nivel durante siete años (2012-2018) y evaluar las principales características de los estudios actualmente en curso.

MATERIALES Y MÉTODOS
Se realizó un análisis retrospectivo de los EECC desarrollados en oncología durante los últimos 7 años y un estudio descriptivo y transversal sobre los estudios con inmunoterapia activos. Las variables recogidas fueron: fase de estudio, fármaco experimental, tipo de terapia experimental (monoterapia, combinación con quimioterapia tradicional, terapia dirigida u otro inmunoterápico), indicación, estadio del tumor, línea de tratamiento (primera línea, segunda línea, tercera línea o mantenimiento) y número de pacientes incluidos. Los datos se extrajeron de la base de datos de EECC del Servicio de Farmacia.

RESULTADOS Y CONCLUSIONES
Los EECC con inmunoterapia han aumentado más de 12 veces en los últimos siete años, pasando del 3,3% del total de EECC oncológicos activos en 2012 (1/30) al 41,9 % en 2018 (18/43). El número de pacientes incluidos también ha aumentado, pasando de 1 paciente reclutado en 2012 a 84 pacientes actualmente. En estos momentos, están activos 18 EECC con inmunoterapia dirigidos al tratamiento de tumores sólidos: 66,6% de cáncer de pulmón (91,6% para no microcítico), 11,1% tumores de cabeza y cuello, 5,5% urotelial, 5,5% mama, 5,5% endometrio y 5,5% de cáncer colorrectal. El 83,3% están dirigidos al tratamiento de tumores localmente avanzados o metastásicos (IIIb/IV), mientras que un 16,7% son diseñados para estadios I-III. El 50% evalúan fármacos anti-PD1 (nivolumab, pembrolizumab), 38,9% anti-PD-L1 (atezolizumab, durvalumab, avelumab) y el 11,1% la combinación de varios anticuerpos inmunoterápicos dirigidos a diferentes dianas (anticuerpos anti-CTLA4 como tremelimumab o ipilimumab junto a un anti-PD1 nivolumab o anti-PD-L1 durvalumab). El 33,3% de los EECC evalúan la inmunoterapia en monoterapia, 33,3% para utilizarlos en combinación con quimioterapia tradicional, 27,8% en combinación con terapia dirigida y el 5,5% combinando dos fármacos inmunoterápicos de diferente diana. Todos los estudios son de fase 2 y 3 (33,3 y 66,7%). Según línea de tratamiento: 44,4%, 33,3%, 5,5% y 16,7 están siendo evaluados para la primera, segunda, tercera o línea de mantenimiento, respectivamente. La investigación en inmunoterapia ha aumentado notablemente en los últimos años. En la actualidad los EECC se centran en identificar nuevos tumores candidatos a este tipo de tratamientos, así como, la forma de combinarlos entre ellos y con otros antineoplásicos para obtener los mejores resultados. En nuestro hospital, la mayoría de estudios evalúan la diana PD-1/PD-L1 para el tratamiento de cáncer de pulmón avanzado.

Poster in 63º Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria. Spaña. Palma. 2018.

17 maio 2019

Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição 2019


MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA 2ª ED. 2019

Gilberto Barcelos Souza

Editora Farmacêutica
2ª Edição 2019
ISBN 978-85-89248-21-1
1.023 páginas
Capa dura
Preço: R$ 239,00

Sumário
  • Agradecimentos
  • Nota
  • Prefácio
  • Apresentação
  • Introdução
  • Lista de abreviaturas e siglas
  • Conceitos básicos em oncologia
  • Cálculos farmacêuticos
  • Manipulação de medicamentos oncológicos
  • Extravasamento de medicamentos
  • Normatização de etiquetas para 
  • medicamentos oncológicos
  • Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
  • Medicamentos Oncológicos: Monografias
  • Anexos
  • Índice geral dos medicamentos

ABIRATERONA
ACICLOVIR      
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO     
ACITRETINA      
ACLARRUBICINA      
AFATINIBE       
AFLIBERCEPT     
ALENTUZUMABE      
ALFAINTERFERONA  A RECOMBINANTE  
ALFAINTERFERONA  B RECOMBINANTE    
ALTRETAMINA      
AMIFOSTINA     
AMINOGLUTETIMIDA     
AMSACRINA      
ANAGRELIDA       
ANASTROZOL       
APREPITANTO      
ASPARAGINASE       
ATEZOLIZUMABE      
AVELUMABE     
AXITINIBE       
AZACITIDINA     
BCG     
BENDAMUSTINA      
BEVACIZUMABE       
BEXAROTENO      
BICALUTAMIDA       
BLEOMICINA     
BLINATUMOMABE     
BORTEZOMIBE       
BOSUTINIBE      
BRENTUXIMABE      
BROMOCRIPTINA      
BUSSERRELINA       
BUSSULFANO       
CABAZITAXEL       
CABERGOLINA       
CAPECITABINA       
CARBOPLATINA       
CARFILZOMIBE       
CARMUSTINA      
CETUXIMABE       
CICLOFOSFAMIDA      
CICLOSPORINA       
CIPROTERONA       
CISPLATINA      
CITARABINA      
CITARABINA LIPOSSOMAL      
CLADRIBINA      
CLODRONATO      
CLOFARABINA      
CLORAMBUCILA       
CRIZOTINIBE     
DABRAFENIBE      
DACARBAZINA       
DACTINOMICINA      
DARATUMUMABE      
DASATINIBE      
DAUNORRUBICINA      
DEGARELIX      
DENOSUMABE       
DEXAMETASONA      
DEXRAZOXANO       
DICLORETO DE RÁDIO-        
DIETILESTILBESTROL      
DINUTUXIMABE       
DOCETAXEL      
DOXORRUBICINA      
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL    
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO     
DURVALUMABE       
ELOTUZUMABE       
ENZALUTAMIDA       
EPIRRUBICINA      
ERITROPOETINA      
ERLOTINIBE      
ESTRAMUSTINA       
ESTREPTOZOCINA      
ETOPOSIDO      
EVEROLIMO      
EXEMESTANO      
FILGRASTIM      
FLUDARABINA       
FLUORURACILA       
FLUTAMIDA      
FOLINATO DE CÁLCIO     
FULVESTRANTO       
GANCICLOVIR      
GEFITINIBE      
GENCITABINA      
GENTUZUMABE OZOGAMICINA    
GOSSERRELINA       
HIDROXIUREIA       
IBRITUMOMABE      
IBRUTINIBE      
IDARRUBICINA       
IFOSFAMIDA     
IMATINIBE       
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO 
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA   
INTERLEUCINA       
IPILIMUMABE      
IRINOTECANO      
IXABEPILONA       
LAPATINIBE      
LENALIDOMIDA       
LETROZOL       
LEUPRORRELINA      
LOMUSTINA      
MECLORETAMINA      
MEGESTROL      
MELFALANO     
MERCAPTOPURINA      
MESNA       
METOTREXATO       
MIDOSTAURINA       
MITOMICINA       
MITOTANO      
MITOXANTRONA      
MORFINA       
NAB-PACLITAXEL      
NELARABINA     
NILOTINIBE      
NILUTAMIDA     
NIVOLUMABE      
OCTREOTIDA     
OFATUMUMABE      
OLARATUMABE       
ONDANSETRONA      
OXALIPLATINA      
PACLITAXEL      
PALBOCICLIBE      
PAMIDRONATO       
PANITUMUMABE      
PAZOPANIBE     
PEGASPARGASE       
PEGFILGRASTIM       
PEMBROLIZUMABE      
PEMETREXEDE       
PERTUZUMABE       
PLERIXAFOR      
POMALIDOMIDA      
PONATINIBE      
PROCARBAZINA       
QUINAGOLIDA       
RALTITREXEDE       
RASBURICASE      
REGORAFENIBE       
RITUXIMABE     
ROMIDEPSINA       
RUXOLITINIBE      
SARGRAMOSTIM      
SORAFENIBE     
SUNITINIBE      
TALIDOMIDA     
TAMOXIFENO       
TEMOZOLOMIDA      
TEMSIROLIMO       
TENIPOSIDO      
TIOGUANINA       
TIOTEPA      
TOPOTECANO      
TRAMADOL      
TRAMETINIBE      
TRASTUZUMABE      
TRASTUZUMABE ENTANSINA     
TREOSSULFANO       
TRETINOÍNA      
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO    
VANDETANIBE      
VEMURAFENIBE       
VIMBLASTINA      
VINCRISTINA     
VINCRISTINA LIPOSSOMAL     
VINDESINA      
VINFLUNINA     
VINORELBINA        
VISMODEGIBE        
VORINOSTATE

15 maio 2019

Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição 2019


MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA 2ª ED. 2019

Gilberto Barcelos Souza

Editora Farmacêutica
2ª Edição 2019
ISBN 978-85-89248-21-1
1.023 páginas
Capa dura
Preço: R$ 239,00

Sumário
  • Agradecimentos
  • Nota
  • Prefácio
  • Apresentação
  • Introdução
  • Lista de abreviaturas e siglas
  • Conceitos básicos em oncologia
  • Cálculos farmacêuticos
  • Manipulação de medicamentos oncológicos
  • Extravasamento de medicamentos
  • Normatização de etiquetas para 
  • medicamentos oncológicos
  • Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
  • Medicamentos Oncológicos: Monografias
  • Anexos
  • Índice geral dos medicamentos

ABIRATERONA
ACICLOVIR      
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO     
ACITRETINA      
ACLARRUBICINA      
AFATINIBE       
AFLIBERCEPT     
ALENTUZUMABE      
ALFAINTERFERONA  A RECOMBINANTE  
ALFAINTERFERONA  B RECOMBINANTE    
ALTRETAMINA      
AMIFOSTINA     
AMINOGLUTETIMIDA     
AMSACRINA      
ANAGRELIDA       
ANASTROZOL       
APREPITANTO      
ASPARAGINASE       
ATEZOLIZUMABE      
AVELUMABE     
AXITINIBE       
AZACITIDINA     
BCG     
BENDAMUSTINA      
BEVACIZUMABE       
BEXAROTENO      
BICALUTAMIDA       
BLEOMICINA     
BLINATUMOMABE     
BORTEZOMIBE       
BOSUTINIBE      
BRENTUXIMABE      
BROMOCRIPTINA      
BUSSERRELINA       
BUSSULFANO       
CABAZITAXEL       
CABERGOLINA       
CAPECITABINA       
CARBOPLATINA       
CARFILZOMIBE       
CARMUSTINA      
CETUXIMABE       
CICLOFOSFAMIDA      
CICLOSPORINA       
CIPROTERONA       
CISPLATINA      
CITARABINA      
CITARABINA LIPOSSOMAL      
CLADRIBINA      
CLODRONATO      
CLOFARABINA      
CLORAMBUCILA       
CRIZOTINIBE     
DABRAFENIBE      
DACARBAZINA       
DACTINOMICINA      
DARATUMUMABE      
DASATINIBE      
DAUNORRUBICINA      
DEGARELIX      
DENOSUMABE       
DEXAMETASONA      
DEXRAZOXANO       
DICLORETO DE RÁDIO-        
DIETILESTILBESTROL      
DINUTUXIMABE       
DOCETAXEL      
DOXORRUBICINA      
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL    
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO     
DURVALUMABE       
ELOTUZUMABE       
ENZALUTAMIDA       
EPIRRUBICINA      
ERITROPOETINA      
ERLOTINIBE      
ESTRAMUSTINA       
ESTREPTOZOCINA      
ETOPOSIDO      
EVEROLIMO      
EXEMESTANO      
FILGRASTIM      
FLUDARABINA       
FLUORURACILA       
FLUTAMIDA      
FOLINATO DE CÁLCIO     
FULVESTRANTO       
GANCICLOVIR      
GEFITINIBE      
GENCITABINA      
GENTUZUMABE OZOGAMICINA    
GOSSERRELINA       
HIDROXIUREIA       
IBRITUMOMABE      
IBRUTINIBE      
IDARRUBICINA       
IFOSFAMIDA     
IMATINIBE       
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO 
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA   
INTERLEUCINA       
IPILIMUMABE      
IRINOTECANO      
IXABEPILONA       
LAPATINIBE      
LENALIDOMIDA       
LETROZOL       
LEUPRORRELINA      
LOMUSTINA      
MECLORETAMINA      
MEGESTROL      
MELFALANO     
MERCAPTOPURINA      
MESNA       
METOTREXATO       
MIDOSTAURINA       
MITOMICINA       
MITOTANO      
MITOXANTRONA      
MORFINA       
NAB-PACLITAXEL      
NELARABINA     
NILOTINIBE      
NILUTAMIDA     
NIVOLUMABE      
OCTREOTIDA     
OFATUMUMABE      
OLARATUMABE       
ONDANSETRONA      
OXALIPLATINA      
PACLITAXEL      
PALBOCICLIBE      
PAMIDRONATO       
PANITUMUMABE      
PAZOPANIBE     
PEGASPARGASE       
PEGFILGRASTIM       
PEMBROLIZUMABE      
PEMETREXEDE       
PERTUZUMABE       
PLERIXAFOR      
POMALIDOMIDA      
PONATINIBE      
PROCARBAZINA       
QUINAGOLIDA       
RALTITREXEDE       
RASBURICASE      
REGORAFENIBE       
RITUXIMABE     
ROMIDEPSINA       
RUXOLITINIBE      
SARGRAMOSTIM      
SORAFENIBE     
SUNITINIBE      
TALIDOMIDA     
TAMOXIFENO       
TEMOZOLOMIDA      
TEMSIROLIMO       
TENIPOSIDO      
TIOGUANINA       
TIOTEPA      
TOPOTECANO      
TRAMADOL      
TRAMETINIBE      
TRASTUZUMABE      
TRASTUZUMABE ENTANSINA     
TREOSSULFANO       
TRETINOÍNA      
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO    
VANDETANIBE      
VEMURAFENIBE       
VIMBLASTINA      
VINCRISTINA     
VINCRISTINA LIPOSSOMAL     
VINDESINA      
VINFLUNINA     
VINORELBINA        
VISMODEGIBE        
VORINOSTATE

16 abril 2019

USO DE SIROLIMUS TÓPICO EN PEDIATRÍA: REVISIÓN SISTEMÁTICA

GUISADO GIL AB, HERRERA HIDALGO L, MOLEÓN RUIZ M, BERNABÉU WITTEL J, MEJÍAS TRUEBA M, RODRÍGUEZ RAMALLO H, ÁLVAREZ DEL VAYO BENITO C

HOSPITAL UNIVERSITARIO VIRGEN DEL ROCIO. AVENIDA MANUEL SIUROT S/N.

OBJETIVOS Revisar sistemáticamente la documentación científica existente sobre el uso de sirolimus tópico en la edad pediátrica.

MATERIALES Y MÉTODOS Análisis crítico de los trabajos recuperados en las bases bibliográficas MEDLINE (vía PubMed), EMBASE y SCOPUS, utilizando los términos “topical” AND “sirolimus OR rapamycin” AND “child* OR pediatric*”, como término libre en título y resumen. Los criterios de inclusión fueron: estudios con metodología cualitativa o cuantitativa, originales o casos clínicos, a todos los niveles asistenciales, que describiesen la patología para la que se utilizó la fórmula magistral sirolimus tópico, y sin límite de fecha. Se excluyeron aquellos trabajos identificados como duplicados, estudios no clínicos (in vitro o in vivo), trabajos realizados exclusivamente en pacientes adultos, en idiomas distintos del español e inglés y artículos en los que no se pudo acceder al texto completo. Se recogieron los siguientes datos: año de publicación, tipo de estudio, características de la población de estudio, indicación, concentración de fórmula magistral sirolimus y resultados del tratamiento.

RESULTADOS Y CONCLUSIONES

Resultados Se recuperaron 276 trabajos, de los que al aplicar los criterios de inclusión/exclusión, fueron seleccionados 32. Los datos recogidos fueron: -Años de publicación: 2010-2018. -Tipos de estudio: casos únicos o series de casos (29 artículos=90,6%) y ensayos clínicos (3 artículos=9,4%). -Características de la población: 23 artículos (71,9%) incluían niños de todas las edades y 9 (28,1%) incluían niños y adultos. -Se identificaron 27 artículos (84,4%) donde la indicación de tratamiento eran lesiones cutáneas asociadas a esclerosis tuberosa (24 publicaciones sobre angiofibroma facial, 1 sobre máculas hipomelánicas, 1 sobre fibroma subungueal y 1 sobre el tratamiento de varios tipos de lesiones cutáneas asociadas a esclerosis tuberosa). En el resto de artículos la indicación de uso fue: 2 linfangioma circunscrito, 1 neurofibroma en Neurofibromatosis tipo I, 1 tricoepitelioma familiar múltiple y 1 malformaciones capilares. -Concentración fórmula magistral sirolimus: • Angiofibroma facial (AF) en esclerosis tuberosa: sirolimus 0,1% (45,8% de estudios), sirolimus 0,2% (16,7%), sirolimus 0,4% (8,3%) y sirolimus 1% (8,3%). Un estudio (4,2%) no indicaba la concentración usada y 4 publicaciones (16,7%) 249 utilizaron varias concentraciones entre 0,003-1%. Una de éstas, un ensayo clínico con sirolimus tópico 0,05, 0,1 y 0,2%, establece como concentración óptima 0,2%. • Otras manifestaciones de esclerosis tuberosa: máculas hipomelánicas (sirolimus 0,2%), fibroma subungueal (sirolimus 0,1%) y varios tipos de lesiones cutáneas (sirolimus 1%). • Linfangioma circunscrito: sirolimus 1%. • Neurofibroma en Neurofibromatosis tipo I: sirolimus 0,02%. • Tricoepitelioma familiar múltiple: sirolimus 1%. • Malformaciones capilares: sirolimus 1%. -Es un tratamiento bien tolerado y efectivo. La efectividad se midió en función de la mejoría subjetiva de las lesiones, salvo en 4 publicaciones de AF en esclerosis tuberosa donde los pacientes alcanzaron reducciones en el índice FASI (facial angiofibroma severity index).

Conclusiones El uso de sirolimus tópico en Pediatría es diverso siendo el más común el AF en esclerosis tuberosa. Existe heterogeneidad en la concentración utilizada en las fórmulas magistrales tópicas, sobre todo en AF. El alto precio del principio activo hace que la optimización de la concentración de sirolimus sea una opción a considerar especialmente en pacientes con enfermedad estable.

POSTER IN: 63 ed. Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria (SEFH) - Palma - 8 al 10 de Noviembre de 2018.

28 fevereiro 2019

Midazolan versus propofol no desmame da ventilação mecânica

Raquel Telles da Silva Vale1, Phillipe Pereira Travassos1, Wayner Geres da Costa1, Rafael Gonçalves de Lima1, Viviane Cordeiro Veiga1, Salomon Soriano Ordinola Rojas1

1Unidade de Terapia Intensiva Neurológica, Hospital BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil

Objetivo: O objetivo deste trabalho é avaliar a utilização de midazolan e propofol, nos pacientes críticos em ventilação mecânica.

Métodos: Foram incluídos pacientes adultos que estavam em ventilação mecânica e que necessitaram de sedação a curto ou longo prazo. Dois agentes sedativos foram comparados quanto ao êxito na aplicação do protocolo de desmame de VM e as possíveis intercorrências. Em todos os pacientes, havia analgesia combinada ao sedativo, sendo monitorada a analgo-sedação por escores estabelecidos.

Resultados: Foram analisados 236 pacientes intubados em uso de Midazolan, destes 73 pacientes (30,9%) concluíram o protocolo do desmame de ventilação mecânica sem intercorrências. Adicionalmente, foram analisados 294 pacientes intubados em uso de Propofol e constatou-se que 42,5% concluiu o protocolo do desmame de VM sem intercorrências. Dentre os eventos adversos, destaca-se a falha de extubação, constatada em 11,8% dos pacientes que usaram midazolan e 14,2% no grupo do propofol. Ainda, 6,77% dos pacientes do grupo do midazolan e 6,8% no uso de propofol necessitaram reintubacão em menos de 48 horas. As causas descritas para a reintubação foram: rebaixamento do nível de consciência/proteção de via aérea superior, desconforto respiratório, estridor laríngeo, rigidez torácica e parada cardiorrespiratória.

Conclusão: Em nossa amostra, não houve diferenças na utilização dos dois sedativos, quando comparou-se o desmame da ventilação mecânica.

E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.