Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● Universidade Federal Fluminense (UFF) ● 30 Livros publicados ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Manipulação Magistral ● Guia Medicamentos Injetáveis ● Oncologia Pediátrica ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
07 abril 2020
21 março 2020
HIDROXICLOROQUINA: Estabilidade após a manipulação magistral
HIDROXICLOROQUINA
Hidroxicloroquina 200 mg (15), Veículo Suspensor Oral qsp...100 mL.
Modo de preparo: Pulverizar os comprimidos. Adicionar o agente suspensor e misturar. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após cada adição e completar o volume. Estabilidade de 30 dias em temperatura ambiente.
Fórmula do veículo suspensor oral: goma xantana (0,05 g), sorbitol 70% (25 mL), glicerina (10 mL), sacarina (0,1 g), metilparabeno (0,1 g), ácido cítrico monohidratado (1,5 g), citrato de sódio dihidratado (2 g), sorbato de potássio (0,1 g) e água purificada qsp...100 mL.
Referência bibliográfica: Pesko LJ. Compounding: Hydroxychloroquine. Am Druggist 1993, 207:57.
Sulfato de Hidroxicloroquina 400 mg (1), Carbomelose 1,5% (1,1 mL), Glicerol (6 mL), Xarope Simples USP (35 mL), Água Purificada com Conservantes qsp...100 mL.
Modo de preparo: Pulverizar os comprimidos. Adicionar 35 mL de xaropee misturar. Adicionar carbomelose e glicerol misturando. Adicionar o veículo em porções, misturando após cada adição. Estabilidade de28 dias em temperatura ambiente.
Referência bibliográfica: Nahata MC, Pai VB. Pediatric Drug Formulations. 6th ed. Cincinnati, OH; Harvey Whitney Book; 2011.
Cloroquina: estabilidade após manipulação magistral
CLOROQUINA
¨Cloroquina
Comprimido 500 mg (2), Xarope de Cereja qsp...60 mL.
Modo de preparo:Em um recipiente pulverizar os comprimidos. Adicionar 10 mL de água e
misturar até uma pasta. Adicionar o veículo em porções, misturando cada adição
e completar o volume final. Concentração de 10 mg/mL de cloroquina base. Estabilidade
de 28 dias em temperatura ambiente e sob refrigeração.Uso oral.
Referência bibliográfica: Nahata MC, Pai VB, Hipple TF. Pediatric Drug Formulations, 5th
ed. Cincinnati, OH: Harvey Whitney Books
Company; 2003.
¨Fosfato
de Cloroquina Comprimido 500 mg (4), Água Purificada (20 mL), Xarope de Cereja qsp...120
mL.
Modo de preparo:Em um recipiente pulverizar a cloroquina. Adicionar 20 mL de água
purificada e misturar para formar uma pasta homogênea. Adicionar o veículo em
porções, misturando e completar o volume. Concentração de 10 mg/mL de
cloroquina base. Cloroquina base 10 mg/mL corresponde a fosfato de cloroquina
16,7 mg/mL; fosfato de cloroquina 500 mg corresponde a cloroquina base 300 mg. Estabilidade
de 28 dias em temperatura ambiente ou sob refrigeração.Uso oral.
Referência bibliográfica: Jew RK, Mullen RJ,
Soo-Hoo W. Extemporaneous Formulations. The Children’s Hospital of
Philadelphia. Bethesda, MD: ASHP; 2003.
¨Fosfato
de Cloroquina Comprimido 250 mg (10), Xarope Simples BP (30 mL), Metilcelulose
1% HSC qsp...100 mL.
Modo de preparo:Triturar a cloroquina. Adicionar 30 mL de veículo e misturar para
formar uma pasta. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após
cada adição. Estocado em frasco de vidro na concentração de 25 mg/mL ou 15
mg/mL de cloroquina base. Estabilidade de30 dias sob refrigeração. Uso oral.
Referência bibliográfica: Chloroquine Phosphate Oral
Suspension. The
Hospital for Sick Children. Disponível em: http://www.sickkids.on.ca. Acesso em: 10 de agosto de
2005.
¨Fosfato
de Cloroquina Comprimido 500 mg (3), Xarope de Cereja qsp...100 mL.
Modo de preparo:Triturar os comprimidos. Adicionar 15 mL de veículo e misturar para
formar uma pasta fina. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando
após cada adição e completar. Estocado em frasco de vidro na concentração de 15
mg/mL. Estabilidade de60 dias em temperatura ambiente e sob refrigeração.
Referência bibliográfica: Allen LV, Erickson MA. Stability of Alprazolam, Chloroquine Phosphate, Cisapride, Enalapril
Maleate, and Hydralazine Hydrochloride in Extemporaneously Compounded Oral
Liquids. Am J
Health-Syst Pharm. 1998; 55: 1915-20.
¨Sulfato
de Cloroquina 200 mg (10), Xarope Simples BP qsp...100 mL.
Modo de preparo:Em um recipiente pulverizar os comprimidos. Adicionar 20 mL de xarope e
misturar até uma pasta. Adicionar o veículo em porções, misturando cada adição
e completar o volume. Concentração de 20 mg/mL. Estabilidade de 30 dias sob
refrigeração.
Referência bibliográfica: Woods DJ. Formulation in Pharmacy Practice. 2nd ed. Dunedin, NZ:
PharmInfoTech; 2001.
04 fevereiro 2020
Oseltamivir combined with HIV drugs lopinavir and ritonavir the medications improved conditions in patients with severe 2019-nCoV infections
A combination of flu and HIV medications may be able to treat severe cases of 2019-nCoV, the new coronavirus that has emerged in China, according to doctors in Thailand who have been caring for infected patients. The team’s approach, which used large doses of the flu drug Oseltamivir combined with HIV drugs lopinavir and ritonavir, improved the conditions of several patients at the Rajavithi Hospital in Bangkok.
“This is not the cure, but the patient’s condition has vastly improved,” Rajavithi Hospital’s Kriangsak Atipornwanich says of one 70-year-old Chinese woman from Wuhan, according to Reuters. “From testing positive for 10 days under our care, after applying this combination of medicine the test result became negative within 48 hours.”
Thailand has so far recorded 19 cases of coronavirus, Reuters reports, making it the country with the greatest number of infections in Southeast Asia. Eight patients have recovered, while the rest are still undergoing treatment. Officials say that the country’s health ministry would meet today (February 3) to discuss the new treatment for severe cases. “We still have to do more study to determine that this can be a standard treatment,” Atipornwanich tells reporters.
Other countries have also showed interest in using HIV drugs against the new coronavirus. China’s National Health Commission recently began recommending lopinavir and ritonavir (sold together by Illinois-based pharma AbbVie as Kaletra), according to Fierce Pharma. AbbVie has pledged to donate about $1.5 million worth of Kaletra for the effort.
A randomized controlled clinical trial is now underway in China to test the anti-HIV drugs’ efficacy, according to a study published last week (January 24) in The Lancet. Scientists in Hong Kong will also likely test these drugs in patients alongside immune system–boosting medications, Hong Kong University microbiologist Yuen Kwok-Yung tells Science.
Other treatments being considered by national governments and pharma companies include Gilead Sciences’s remdesivir, a drug that was designed to treat Ebola but failed efficacy tests. “Gilead is working closely with global health authorities to respond to the novel coronavirus (2019-nCoV) outbreak through the appropriate experimental use of our investigational compound remdesivir,” the company’s Chief Medical Officer Merdad Parsey says in a statement.
Massachusetts-based Moderna Therapeutics, meanwhile, is collaborating with the US National Institute of Allergy and Infectious Diseases to develop an mRNA vaccine, Fierce Pharma reports.
Catherine Offord is an associate editor at The Scientist. Email her at cofford@the-scientist.com.
27 janeiro 2020
Novo coronavírus (2019-nCoV)
Diante da emergência por doença respiratória, causada por agente novo coronavírus (2019-nCoV), conforme casos detectados na cidade de Wuhan, na China e considerando-se as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), as equipes de vigilância dos estados e municípios, bem como quaisquer serviços de saúde, devem ficar alerta aos casos de pessoas com sintomatologia respiratória e que apresentam histórico de viagens para areas de transmissão local nos últimos 14 dias. Mais informações a respeito podem ser obtidas no link na Organização Mundial da Saúde (https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019).
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas clínicos referidos são principalmente respiratórios. Por exemplo: febre, tosse e dificuldade para respirar.
Definição de transmissão local
Definimos com transmissão local, a confirmação laboratorial de transmissão do 2019-nCoV entre pessoas com vínculo epidemiológico comprovado. Geralmente para os coronavirus (SARS e MERS) essa transmissão ocorre entre os contatos próximos e profissionais de saúde.
Notificação
Os casos suspeitos, prováveis e confirmados devem ser notificados de forma imediata (até 24 horas) pelo profissional de saúde responsável pelo atendimento, ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde Nacional (CIEVS) pelo telefone (0800 644 6645) ou e-mail (notifica@saude.gov. br). As informações devem ser inseridas na ficha de notificação (http://bit.ly/2019-ncov) e a CID10 que deverá ser utilizada é a: B34.2 – Infecção por coronavírus de localização não especificada.
Procedimentos para diagnóstico laboratorial
A. Coleta
Usar equipamento de proteção individual (EPI) adequado, que inclui luvas descartáveis, avental e proteção para os olhos ao manusear amostras potencialmente infecciosas bem como uso de máscara N95 durante procedimento de coleta de materiais respiratórios com potencial de aerossolização (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro).
A realização de coleta de amostra, está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito.
Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado bronca alveolar).
É necessária a coleta de 2 amostras na suspeita de 2019-nCoV. As duas amostras serão encaminhadas com urgência para o LACEN. O LACEN deverá entrar em contato com a CGLAB para solicitação do transporte. Uma das amostras será enviada ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e outra amostra será enviada para análise de metagenômica.
B. Transporte
O Ministério da Saúde - MS, disponibiliza o transporte das amostras via Voetur, que em casos de emergência trabalha em esquema de plantão, inclusive nos finais de semana. O Lacem deverá realizar a solicitação do transporte, mediante requerimento padrão, que deve ser enviado ao e-mail: transportes.cglab@saude.gov.br e clinica.cglab@saude.gov.br.
As amostras devem ser mantidas refrigeradas (4-8°C) e devem ser processadas dentro de 24 a 72 horas da coleta. Na impossibilidade de envio dentro desse período, recomenda-se congelar as amostras a -70°C até o envio, assegurando que mantenham a temperatura. A embalagem para o transporte de amostras de casos suspeitos com infecção por 2019-nCoV devem seguir os regulamentos de remessa para Substância Biológica UN 3373, Categoria B.
C. Priorização
Os testes para o 2019-nCoV devem ser considerados apenas para pacientes que atendam à definição de caso suspeito, uma vez descartada a infecção por Influenza.
Avaliação dos contactantes
Deverá ser realizada a busca ativa de contatos próximos (familiares, colegas de trabalho, entre outros, conforme investigação) devendo ser orientados, sob a possibilidade de manifestação de sintomas e da necessidade de permanecer em afastamento temporário em domicílio, mantendo distância dos demais familiares, além de evitar o compartilhamento de utensílios domésticos e pessoais, até que seja descartada a suspeita. Orientar que indivíduos próximos que manifestarem sintomas procurem imediatamente o serviço de saúde.
Atendimento do caso suspeito Para pessoas que preencham a definição de caso suspeito
ISOLAMENTO
1. Paciente deve utilizar mascára cirúrgica a partir do momento da suspeita e ser mantido preferencialmente em quarto privativo.
2. Profissionais devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção). Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.
AVALIAÇÃO
1. Reaizar coleta de amostras respiratórias.
2. Prestar primeiros cuidados de assistência.
ENCAMINHAMENTO
1. Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para Isolamento e tratamento.
2. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.
No atendimento deve-se levar em consideração os demais diagnósticos diferenciais pertinentes e o adequado manejo clínico.
Em caso de suspeita para Influenza não retardar o início do tratamento com Oseltamivir, conforme protocolo de tratamento de Influenza:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_tratamento_influenza_2017.pdf.
30 dezembro 2019
19 outubro 2019
Livro - ANTICORPOS MONOCLONAIS NA PRÁTICA CLÍNICA PROTOCOLOS EM ONCOLOGIA 1ª ED. 2019
Autores: Gilberto Barcelos Souza & Marcela Miranda Salles
ISBN 978-85-7576-243-1
406 páginas
Capa dura
HP Comunicação Associados
Livro com a descrição de 63 anticorpos monoclonais, sendo 29 anticorpos monoclonais de uso em oncologia e ainda 94 protocolos resumidos em monoterapia e/ou terapia combinada, com os seguintes capítulos: Sumário, Nota, Abreviaturas, Normatização de etiquetas para medicamentos oncológicos, Farmacovigilância na prática clínica hospitalar, Manipulação de Anticorpos Monoclonais Oncológicos, Monografias dos Medicamentos
Neste sentido, o livro aborda as seguintes informações: nome genérico do produto, nomes comerciais, sinonímia e outras denominações, forma farmacêutica, categoria terapêutica, farmacocinética, posologia, reações adversas, regimes especiais de posologia, precauções, interações medicamentosas, protocolo para extravasamento, biossegurança ocupacional, PGRSS, estabilidade da solução reconstituída no frasco de vidro, concentração após reconstituição no frasco de vidro, vias e formas de administração, diluentes, volume final e tempo de infusão, compatibilidade com as soluções e com os equipamentos, incompatibilidade com as soluções e com os equipamentos, estabilidade em seringa plástica, estabilidade em bolsa plástica de PVC, poliolefina, PEBD e de EVA
Anticorpos Monoclonais do Livro: ABCIXIMABE, ADALIMUMABE, AFLIBERCEPTE, ALENTUZUMABE, ALIROCUMABE, ATEZOLIZUMABE, AVELUMABE. BASILIXIMABE, BELIMUMABE, BENRALIZUMABE, BEVACIZUMABE, BEZLOTOXUMABE, BLINATUMOMABE, BRENTUXIMABE VEDOTINA, BRODALUMABE. CANAKIMUMABE, CERTOLIZUMABE, CETUXIMABE, DARATUMUMABE, DENOSUMABE, DINUTUXIMABE, DUPILUMABE, DURVALUMABE. ECULIZUMABE, ELOTUZUMABE, EMICIZUMABE, ERENUMABE, EVOLOCUMABE. GENTUZUMABE OZOGAMICINA, GOLIMUMABE, GUSELCUMABE. IBRITUMOMABE TIUXETANO, IDARUCIZUMABE, INFLIXIMABE, INOTUZUMABE OZOGAMICINA, IPILIMUMABE, IXECIZUMABE. MEPOLIZUMABE. NATALIZUMABE, NECITUMUMABE, NIMOTUZUMABE, NIVOLUMABE. OBINUTUZUMABE, OCRELIZUMABE, OFATUMUMABE, OLARATUMABE, OMALIZUMABE. PALIVIZUMABE, PANITUMUMABE, PEMBROLIZUMABE, PERTUZUMABE. RAMUCIRUMABE, RANIBIZUMABE, RESLIZUMABE, RITUXIMABE. SARILUMABE, SECUQUINUMABE, SILTUXIMABE. TOCILIZUMABE, TRASTUZUMABE, TRASTUZUMABE ENTANSINA. USTECINUMABE. VEDOLIZUMABE.
03 outubro 2019
16 setembro 2019
16 julho 2019
EVOLUCIÓN DE LOS ENSAYOS CLÍNICOS DE INMUNO-ONCOLOGÍA EN UN HOSPITAL UNIVERSITARIO DE TERCER NIVEL
PUÉRTOLAS TENA I, PARDO JARIO MP, GAMARRA CALVO S, CUMBRAOS SANCHEZ MJ, ALCÁCERA LÓPEZ MA, ÁLVAREZ MANCEÑIDO FJ, CAMPOS MONTELLANO FJ, PASCUAL MARTÍNEZ O
HOSPITAL CLÍNICO UNIVERSIARIO LOZANO BLESA. AVDA. SAN JUAN BOSCO 15. ZARAGOZA
OBJETIVOS
Analizar la evolución de los Ensayos Clínicos (EECC) con inmunoterapia desarrollados en el Servicio de Oncología de un hospital de tercer nivel durante siete años (2012-2018) y evaluar las principales características de los estudios actualmente en curso.
MATERIALES Y MÉTODOS
Se realizó un análisis retrospectivo de los EECC desarrollados en oncología durante los últimos 7 años y un estudio descriptivo y transversal sobre los estudios con inmunoterapia activos. Las variables recogidas fueron: fase de estudio, fármaco experimental, tipo de terapia experimental (monoterapia, combinación con quimioterapia tradicional, terapia dirigida u otro inmunoterápico), indicación, estadio del tumor, línea de tratamiento (primera línea, segunda línea, tercera línea o mantenimiento) y número de pacientes incluidos. Los datos se extrajeron de la base de datos de EECC del Servicio de Farmacia.
RESULTADOS Y CONCLUSIONES
Los EECC con inmunoterapia han aumentado más de 12 veces en los últimos siete años, pasando del 3,3% del total de EECC oncológicos activos en 2012 (1/30) al 41,9 % en 2018 (18/43). El número de pacientes incluidos también ha aumentado, pasando de 1 paciente reclutado en 2012 a 84 pacientes actualmente. En estos momentos, están activos 18 EECC con inmunoterapia dirigidos al tratamiento de tumores sólidos: 66,6% de cáncer de pulmón (91,6% para no microcítico), 11,1% tumores de cabeza y cuello, 5,5% urotelial, 5,5% mama, 5,5% endometrio y 5,5% de cáncer colorrectal. El 83,3% están dirigidos al tratamiento de tumores localmente avanzados o metastásicos (IIIb/IV), mientras que un 16,7% son diseñados para estadios I-III. El 50% evalúan fármacos anti-PD1 (nivolumab, pembrolizumab), 38,9% anti-PD-L1 (atezolizumab, durvalumab, avelumab) y el 11,1% la combinación de varios anticuerpos inmunoterápicos dirigidos a diferentes dianas (anticuerpos anti-CTLA4 como tremelimumab o ipilimumab junto a un anti-PD1 nivolumab o anti-PD-L1 durvalumab). El 33,3% de los EECC evalúan la inmunoterapia en monoterapia, 33,3% para utilizarlos en combinación con quimioterapia tradicional, 27,8% en combinación con terapia dirigida y el 5,5% combinando dos fármacos inmunoterápicos de diferente diana. Todos los estudios son de fase 2 y 3 (33,3 y 66,7%). Según línea de tratamiento: 44,4%, 33,3%, 5,5% y 16,7 están siendo evaluados para la primera, segunda, tercera o línea de mantenimiento, respectivamente. La investigación en inmunoterapia ha aumentado notablemente en los últimos años. En la actualidad los EECC se centran en identificar nuevos tumores candidatos a este tipo de tratamientos, así como, la forma de combinarlos entre ellos y con otros antineoplásicos para obtener los mejores resultados. En nuestro hospital, la mayoría de estudios evalúan la diana PD-1/PD-L1 para el tratamiento de cáncer de pulmón avanzado.
Poster in 63º Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria. Spaña. Palma. 2018.
HOSPITAL CLÍNICO UNIVERSIARIO LOZANO BLESA. AVDA. SAN JUAN BOSCO 15. ZARAGOZA
OBJETIVOS
Analizar la evolución de los Ensayos Clínicos (EECC) con inmunoterapia desarrollados en el Servicio de Oncología de un hospital de tercer nivel durante siete años (2012-2018) y evaluar las principales características de los estudios actualmente en curso.
MATERIALES Y MÉTODOS
Se realizó un análisis retrospectivo de los EECC desarrollados en oncología durante los últimos 7 años y un estudio descriptivo y transversal sobre los estudios con inmunoterapia activos. Las variables recogidas fueron: fase de estudio, fármaco experimental, tipo de terapia experimental (monoterapia, combinación con quimioterapia tradicional, terapia dirigida u otro inmunoterápico), indicación, estadio del tumor, línea de tratamiento (primera línea, segunda línea, tercera línea o mantenimiento) y número de pacientes incluidos. Los datos se extrajeron de la base de datos de EECC del Servicio de Farmacia.
RESULTADOS Y CONCLUSIONES
Los EECC con inmunoterapia han aumentado más de 12 veces en los últimos siete años, pasando del 3,3% del total de EECC oncológicos activos en 2012 (1/30) al 41,9 % en 2018 (18/43). El número de pacientes incluidos también ha aumentado, pasando de 1 paciente reclutado en 2012 a 84 pacientes actualmente. En estos momentos, están activos 18 EECC con inmunoterapia dirigidos al tratamiento de tumores sólidos: 66,6% de cáncer de pulmón (91,6% para no microcítico), 11,1% tumores de cabeza y cuello, 5,5% urotelial, 5,5% mama, 5,5% endometrio y 5,5% de cáncer colorrectal. El 83,3% están dirigidos al tratamiento de tumores localmente avanzados o metastásicos (IIIb/IV), mientras que un 16,7% son diseñados para estadios I-III. El 50% evalúan fármacos anti-PD1 (nivolumab, pembrolizumab), 38,9% anti-PD-L1 (atezolizumab, durvalumab, avelumab) y el 11,1% la combinación de varios anticuerpos inmunoterápicos dirigidos a diferentes dianas (anticuerpos anti-CTLA4 como tremelimumab o ipilimumab junto a un anti-PD1 nivolumab o anti-PD-L1 durvalumab). El 33,3% de los EECC evalúan la inmunoterapia en monoterapia, 33,3% para utilizarlos en combinación con quimioterapia tradicional, 27,8% en combinación con terapia dirigida y el 5,5% combinando dos fármacos inmunoterápicos de diferente diana. Todos los estudios son de fase 2 y 3 (33,3 y 66,7%). Según línea de tratamiento: 44,4%, 33,3%, 5,5% y 16,7 están siendo evaluados para la primera, segunda, tercera o línea de mantenimiento, respectivamente. La investigación en inmunoterapia ha aumentado notablemente en los últimos años. En la actualidad los EECC se centran en identificar nuevos tumores candidatos a este tipo de tratamientos, así como, la forma de combinarlos entre ellos y con otros antineoplásicos para obtener los mejores resultados. En nuestro hospital, la mayoría de estudios evalúan la diana PD-1/PD-L1 para el tratamiento de cáncer de pulmón avanzado.
Poster in 63º Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria. Spaña. Palma. 2018.
17 maio 2019
Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição 2019
MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA 2ª ED. 2019
Gilberto Barcelos Souza
Editora Farmacêutica
2ª Edição 2019
ISBN 978-85-89248-21-1
1.023 páginas
Capa dura
Preço: R$ 239,00
Sumário
- Agradecimentos
- Nota
- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Lista de abreviaturas e siglas
- Conceitos básicos em oncologia
- Cálculos farmacêuticos
- Manipulação de medicamentos oncológicos
- Extravasamento de medicamentos
- Normatização de etiquetas para
- medicamentos oncológicos
- Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
- Medicamentos Oncológicos: Monografias
- Anexos
- Índice geral dos medicamentos
ABIRATERONA
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
15 maio 2019
Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição 2019
MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA 2ª ED. 2019
Gilberto Barcelos Souza
Editora Farmacêutica
2ª Edição 2019
ISBN 978-85-89248-21-1
1.023 páginas
Capa dura
Preço: R$ 239,00
Sumário
- Agradecimentos
- Nota
- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Lista de abreviaturas e siglas
- Conceitos básicos em oncologia
- Cálculos farmacêuticos
- Manipulação de medicamentos oncológicos
- Extravasamento de medicamentos
- Normatização de etiquetas para
- medicamentos oncológicos
- Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
- Medicamentos Oncológicos: Monografias
- Anexos
- Índice geral dos medicamentos
ABIRATERONA
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
16 abril 2019
USO DE SIROLIMUS TÓPICO EN PEDIATRÍA: REVISIÓN SISTEMÁTICA
GUISADO GIL AB, HERRERA HIDALGO L, MOLEÓN RUIZ M, BERNABÉU WITTEL J, MEJÍAS TRUEBA M, RODRÍGUEZ
RAMALLO H, ÁLVAREZ DEL VAYO BENITO C
HOSPITAL UNIVERSITARIO VIRGEN DEL ROCIO. AVENIDA MANUEL SIUROT S/N.
OBJETIVOS Revisar sistemáticamente la documentación científica existente sobre el uso de sirolimus tópico en la edad pediátrica.
MATERIALES Y MÉTODOS Análisis crítico de los trabajos recuperados en las bases bibliográficas MEDLINE (vía PubMed), EMBASE y SCOPUS, utilizando los términos “topical” AND “sirolimus OR rapamycin” AND “child* OR pediatric*”, como término libre en título y resumen. Los criterios de inclusión fueron: estudios con metodología cualitativa o cuantitativa, originales o casos clínicos, a todos los niveles asistenciales, que describiesen la patología para la que se utilizó la fórmula magistral sirolimus tópico, y sin límite de fecha. Se excluyeron aquellos trabajos identificados como duplicados, estudios no clínicos (in vitro o in vivo), trabajos realizados exclusivamente en pacientes adultos, en idiomas distintos del español e inglés y artículos en los que no se pudo acceder al texto completo. Se recogieron los siguientes datos: año de publicación, tipo de estudio, características de la población de estudio, indicación, concentración de fórmula magistral sirolimus y resultados del tratamiento.
RESULTADOS Y CONCLUSIONES
Resultados Se recuperaron 276 trabajos, de los que al aplicar los criterios de inclusión/exclusión, fueron seleccionados 32. Los datos recogidos fueron: -Años de publicación: 2010-2018. -Tipos de estudio: casos únicos o series de casos (29 artículos=90,6%) y ensayos clínicos (3 artículos=9,4%). -Características de la población: 23 artículos (71,9%) incluían niños de todas las edades y 9 (28,1%) incluían niños y adultos. -Se identificaron 27 artículos (84,4%) donde la indicación de tratamiento eran lesiones cutáneas asociadas a esclerosis tuberosa (24 publicaciones sobre angiofibroma facial, 1 sobre máculas hipomelánicas, 1 sobre fibroma subungueal y 1 sobre el tratamiento de varios tipos de lesiones cutáneas asociadas a esclerosis tuberosa). En el resto de artículos la indicación de uso fue: 2 linfangioma circunscrito, 1 neurofibroma en Neurofibromatosis tipo I, 1 tricoepitelioma familiar múltiple y 1 malformaciones capilares. -Concentración fórmula magistral sirolimus: • Angiofibroma facial (AF) en esclerosis tuberosa: sirolimus 0,1% (45,8% de estudios), sirolimus 0,2% (16,7%), sirolimus 0,4% (8,3%) y sirolimus 1% (8,3%). Un estudio (4,2%) no indicaba la concentración usada y 4 publicaciones (16,7%) 249 utilizaron varias concentraciones entre 0,003-1%. Una de éstas, un ensayo clínico con sirolimus tópico 0,05, 0,1 y 0,2%, establece como concentración óptima 0,2%. • Otras manifestaciones de esclerosis tuberosa: máculas hipomelánicas (sirolimus 0,2%), fibroma subungueal (sirolimus 0,1%) y varios tipos de lesiones cutáneas (sirolimus 1%). • Linfangioma circunscrito: sirolimus 1%. • Neurofibroma en Neurofibromatosis tipo I: sirolimus 0,02%. • Tricoepitelioma familiar múltiple: sirolimus 1%. • Malformaciones capilares: sirolimus 1%. -Es un tratamiento bien tolerado y efectivo. La efectividad se midió en función de la mejoría subjetiva de las lesiones, salvo en 4 publicaciones de AF en esclerosis tuberosa donde los pacientes alcanzaron reducciones en el índice FASI (facial angiofibroma severity index).
Conclusiones El uso de sirolimus tópico en Pediatría es diverso siendo el más común el AF en esclerosis tuberosa. Existe heterogeneidad en la concentración utilizada en las fórmulas magistrales tópicas, sobre todo en AF. El alto precio del principio activo hace que la optimización de la concentración de sirolimus sea una opción a considerar especialmente en pacientes con enfermedad estable.
POSTER IN: 63 ed. Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria (SEFH) - Palma - 8 al 10 de Noviembre de 2018.
HOSPITAL UNIVERSITARIO VIRGEN DEL ROCIO. AVENIDA MANUEL SIUROT S/N.
OBJETIVOS Revisar sistemáticamente la documentación científica existente sobre el uso de sirolimus tópico en la edad pediátrica.
MATERIALES Y MÉTODOS Análisis crítico de los trabajos recuperados en las bases bibliográficas MEDLINE (vía PubMed), EMBASE y SCOPUS, utilizando los términos “topical” AND “sirolimus OR rapamycin” AND “child* OR pediatric*”, como término libre en título y resumen. Los criterios de inclusión fueron: estudios con metodología cualitativa o cuantitativa, originales o casos clínicos, a todos los niveles asistenciales, que describiesen la patología para la que se utilizó la fórmula magistral sirolimus tópico, y sin límite de fecha. Se excluyeron aquellos trabajos identificados como duplicados, estudios no clínicos (in vitro o in vivo), trabajos realizados exclusivamente en pacientes adultos, en idiomas distintos del español e inglés y artículos en los que no se pudo acceder al texto completo. Se recogieron los siguientes datos: año de publicación, tipo de estudio, características de la población de estudio, indicación, concentración de fórmula magistral sirolimus y resultados del tratamiento.
RESULTADOS Y CONCLUSIONES
Resultados Se recuperaron 276 trabajos, de los que al aplicar los criterios de inclusión/exclusión, fueron seleccionados 32. Los datos recogidos fueron: -Años de publicación: 2010-2018. -Tipos de estudio: casos únicos o series de casos (29 artículos=90,6%) y ensayos clínicos (3 artículos=9,4%). -Características de la población: 23 artículos (71,9%) incluían niños de todas las edades y 9 (28,1%) incluían niños y adultos. -Se identificaron 27 artículos (84,4%) donde la indicación de tratamiento eran lesiones cutáneas asociadas a esclerosis tuberosa (24 publicaciones sobre angiofibroma facial, 1 sobre máculas hipomelánicas, 1 sobre fibroma subungueal y 1 sobre el tratamiento de varios tipos de lesiones cutáneas asociadas a esclerosis tuberosa). En el resto de artículos la indicación de uso fue: 2 linfangioma circunscrito, 1 neurofibroma en Neurofibromatosis tipo I, 1 tricoepitelioma familiar múltiple y 1 malformaciones capilares. -Concentración fórmula magistral sirolimus: • Angiofibroma facial (AF) en esclerosis tuberosa: sirolimus 0,1% (45,8% de estudios), sirolimus 0,2% (16,7%), sirolimus 0,4% (8,3%) y sirolimus 1% (8,3%). Un estudio (4,2%) no indicaba la concentración usada y 4 publicaciones (16,7%) 249 utilizaron varias concentraciones entre 0,003-1%. Una de éstas, un ensayo clínico con sirolimus tópico 0,05, 0,1 y 0,2%, establece como concentración óptima 0,2%. • Otras manifestaciones de esclerosis tuberosa: máculas hipomelánicas (sirolimus 0,2%), fibroma subungueal (sirolimus 0,1%) y varios tipos de lesiones cutáneas (sirolimus 1%). • Linfangioma circunscrito: sirolimus 1%. • Neurofibroma en Neurofibromatosis tipo I: sirolimus 0,02%. • Tricoepitelioma familiar múltiple: sirolimus 1%. • Malformaciones capilares: sirolimus 1%. -Es un tratamiento bien tolerado y efectivo. La efectividad se midió en función de la mejoría subjetiva de las lesiones, salvo en 4 publicaciones de AF en esclerosis tuberosa donde los pacientes alcanzaron reducciones en el índice FASI (facial angiofibroma severity index).
Conclusiones El uso de sirolimus tópico en Pediatría es diverso siendo el más común el AF en esclerosis tuberosa. Existe heterogeneidad en la concentración utilizada en las fórmulas magistrales tópicas, sobre todo en AF. El alto precio del principio activo hace que la optimización de la concentración de sirolimus sea una opción a considerar especialmente en pacientes con enfermedad estable.
POSTER IN: 63 ed. Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria (SEFH) - Palma - 8 al 10 de Noviembre de 2018.
28 fevereiro 2019
Midazolan versus propofol no desmame da ventilação mecânica
Raquel Telles da Silva Vale1, Phillipe Pereira Travassos1, Wayner Geres da Costa1, Rafael Gonçalves de Lima1, Viviane Cordeiro Veiga1, Salomon Soriano Ordinola Rojas1
1Unidade de Terapia Intensiva Neurológica, Hospital BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil
Objetivo: O objetivo deste trabalho é avaliar a utilização de midazolan e propofol, nos pacientes críticos em ventilação mecânica.
Métodos: Foram incluídos pacientes adultos que estavam em ventilação mecânica e que necessitaram de sedação a curto ou longo prazo. Dois agentes sedativos foram comparados quanto ao êxito na aplicação do protocolo de desmame de VM e as possíveis intercorrências. Em todos os pacientes, havia analgesia combinada ao sedativo, sendo monitorada a analgo-sedação por escores estabelecidos.
Resultados: Foram analisados 236 pacientes intubados em uso de Midazolan, destes 73 pacientes (30,9%) concluíram o protocolo do desmame de ventilação mecânica sem intercorrências. Adicionalmente, foram analisados 294 pacientes intubados em uso de Propofol e constatou-se que 42,5% concluiu o protocolo do desmame de VM sem intercorrências. Dentre os eventos adversos, destaca-se a falha de extubação, constatada em 11,8% dos pacientes que usaram midazolan e 14,2% no grupo do propofol. Ainda, 6,77% dos pacientes do grupo do midazolan e 6,8% no uso de propofol necessitaram reintubacão em menos de 48 horas. As causas descritas para a reintubação foram: rebaixamento do nível de consciência/proteção de via aérea superior, desconforto respiratório, estridor laríngeo, rigidez torácica e parada cardiorrespiratória.
Conclusão: Em nossa amostra, não houve diferenças na utilização dos dois sedativos, quando comparou-se o desmame da ventilação mecânica.
E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.
1Unidade de Terapia Intensiva Neurológica, Hospital BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil
Objetivo: O objetivo deste trabalho é avaliar a utilização de midazolan e propofol, nos pacientes críticos em ventilação mecânica.
Métodos: Foram incluídos pacientes adultos que estavam em ventilação mecânica e que necessitaram de sedação a curto ou longo prazo. Dois agentes sedativos foram comparados quanto ao êxito na aplicação do protocolo de desmame de VM e as possíveis intercorrências. Em todos os pacientes, havia analgesia combinada ao sedativo, sendo monitorada a analgo-sedação por escores estabelecidos.
Resultados: Foram analisados 236 pacientes intubados em uso de Midazolan, destes 73 pacientes (30,9%) concluíram o protocolo do desmame de ventilação mecânica sem intercorrências. Adicionalmente, foram analisados 294 pacientes intubados em uso de Propofol e constatou-se que 42,5% concluiu o protocolo do desmame de VM sem intercorrências. Dentre os eventos adversos, destaca-se a falha de extubação, constatada em 11,8% dos pacientes que usaram midazolan e 14,2% no grupo do propofol. Ainda, 6,77% dos pacientes do grupo do midazolan e 6,8% no uso de propofol necessitaram reintubacão em menos de 48 horas. As causas descritas para a reintubação foram: rebaixamento do nível de consciência/proteção de via aérea superior, desconforto respiratório, estridor laríngeo, rigidez torácica e parada cardiorrespiratória.
Conclusão: Em nossa amostra, não houve diferenças na utilização dos dois sedativos, quando comparou-se o desmame da ventilação mecânica.
E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.
Assinar:
Postagens (Atom)











