Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● Universidade Federal Fluminense (UFF) ● 30 Livros publicados ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Manipulação Magistral ● Guia Medicamentos Injetáveis ● Oncologia Pediátrica ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
01 março 2009
BUSSULFANO: preparo e estabilidade da solução
Bussulfano Comprimido 2 mg..............................................20
Xarope Simples USP q.s.p..............................................20 mL
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Manipulação: Em recipiente adequado triturar o bussulfano. Adicionar parte do veículo e misturar para formar uma pasta homogênea. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após cada adição e completar o volume final. Estocado em frasco de vidro âmbar na concentração de 2 mg/mL. Este produto é estável para 14 dias na temperatura ambiente e sob refrigeração. Para uso oral.
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Referência: Nahata MC, Morosco RS, Pang T. Short-Term Stability of Busulfan in Two extemporaneously Prepared Oral Liquid Formulations. Disponível em: http://www.aapspharmsci.org/abstracts. Acesso em: 28 de agosto de 2008
03 fevereiro 2009
Compatibilidade de oxaliplatino e ganciclovir
Compatibilité de oxaliplatine et du ganciclovir avec différents types de contenants
E. Bourgogne, L. Berger, M. Voeffray, A. Pannatier
Service de pharmacie, Centre Hospitalier Universitaire Vaudois (CHUV), 1011. Lausanne, Suisse
INTRODUCTION: Les cytotoxiques et les virostatiques constituent actuellement les traitements de choix pour lutter respectivement contre le cancer et les maladies virales. Vu la toxicité non négligeable de ces produits, il est recommandé de les manipuler en atmosphère contrôlée par une main d’oeuvre qualifiée. Pour ces raisons, dans la plupart des hôpitaux, ils sont aujourd’hui préparés dans une unité spécialisée. Dans ces conditions, il est particulièrement important de bien connaître leur stabilité afin de pouvoir planifier leur préparation. La stabilité de la plupart de ces médicaments est bien connue dans le PVC. Cependant depuis quelques années, celui-ci est progressivement remplacé par des matériaux potentiellement moins toxiques tels que le polyéthylène basse densité (LDPE), le polypropylène (PP), ou encore l'éthylvinylacétate (EVA). Dans ce contexte, deux médicaments pour lesquels les données sont lacunaires méritent une attention particulière: l’Eloxatine®, utilisé en première intention contre les cancers colorectaux métastatiques et le Cymévène®, traitement de référence des patients immunodéprimés atteints d’affections sévères dues au Cytomégalovirus.
OBJECTIF DU TRAVAIL: Déterminer la compatibilité avec différents types de contenants de l'Eloxatine® et du Cymévène®, deux médicaments fréquemment prescrits au CHUV et reconstitués dans l'unité de préparation centralisée dês cytotoxiques de la pharmacie.
CONCLUSIONS: L‘Oxaliplatine est stable durant 7 jours à température ambiante à l'abri de La lumière, aux concentrations de 0.3 mg.ml-1 et de 1 mg.ml-1 dans des contenants en LDPE, PP, et EVA. Le Ganciclovir est stable durant 7 jours à 4°C, à l'abri de la lumière, aux concentrations de 1 mg.ml-1 et de 6 mg.ml-1 dans ces mêmes contenants. Cette étude confirme des résultats publiés dans la littérature, tout en les élargissant à d'autres types de contenants, dans des conditions rigoureusement contrôlées et d’utilisation clinique identiques.
REFERENCES: 10èmes JFSPH, Genève, 8 et 9 novembre 2001
16 janeiro 2009
Estabilidade do cloral hidratado em seringa dosadora oral âmbar
Hidrato de Cloral Solução Oral..................................................1
Manipulação: Preparar o produto para o fracionamento. Estocado em seringa dosadora oral âmbar na concentração de 100 mg/mL. Este produto é estável para 455 dias na temperatura ambiente. Para uso oral.
Referência: Choral Hydrate. Stability of Drugs in Baxa Exacta-Med® Oral Syringe Dispensers. Baxa. Technical Information Report. Englewood. USA. 1995
Cloral hidratado: fórmula e estabilidade
Hidrato de Cloral Pó..............................................................10 g
Água Purificada USP..............................................................4 mL
Xarope Simples USP q.s.p...................................................100 mL
Manipulação: Em um gral triturar o hidrato de cloral. Dissolver a mistura em 4 mL de água purificada até solução transparente. Adicionar o veículo em porções geométricas, misturando após cada adição. Estocado em frasco de vidro âmbar na concentração de 100 mg/mL. Este produto é estável para 30 dias sob refrigeração. Para uso oral.
Referência: Hidrato de Cloral 100 mg/mL Suspensión Oral. Formulas Magistrales. Disponível em: http://www.sefh.es. Acesso em: 18 de junho de 2004
27 dezembro 2008
Pemetrexede: estabilidade em soluções para infusão
Pemetrexede Injetável 2 mg/mL, 10 mg/mL, 20 mg/mL
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Estabilidade da solução diluída: Calcular a quantidade requerida de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Este produto deve ser preparado em sala classificada, seguindo protocolos para reconstituição de soluções de drogas citostáticas. Diluída em soro fisiológico 0,9% e soro glicosado 5%. Este produto é estável para 31 dias em bolsa plástica de PVC sob refrigeração e 2 dias na temperatura ambiente. Para uso injetável.
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Referência : Zhang Y, Trissel LA. Physical and chemical stability of pemetrexed in infusion solutions. Ann Pharmacother 2006; 40(6):1082-1085
08 novembro 2008
Pemetrexed: estabilidade em seringas.
Preparo: Este produto deve ser preparado em sala classificada, seguindo protocolos para reconstituição de soluções de drogas citostáticas. Diluída em soro fisiológico 0,9%. Este produto é estável para 31 dias em seringa plástica descartável estéril de polipropileno sob refrigeração ou 2 dias na temperatura ambiente. Para uso injetável.
Referência: Zhang Y, Trissel LA. Physical and Chemical Stability of Premetrexed Solutions in Plastic Syringes. The Annals of Pharmacotherapy. 2005;39(12):2026-2028
05 outubro 2008
Gel de metronidazol, vitamina E y tintura de mirtilo
Acetato de Tocoferol................................................................2 g
Tintura de Mirtilo...................................................................10 g
Carbopol..................................................................................1 g
Propilenoglicol........................................................................5 g
Trietanolamina q.s.p......................................................pH 6 a 6,5
Água Purificada q.s.p.............................................................100 g
Manipulação: Calcular a quantidade requerida de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Preparar o gel: espalhar o carbopol 940 na mistura de propilenoglicol e agua purificada, deixando repousar durante 24 h. Transcorrido este tempo se agita e se completa a gelificação ajustando o pH mediante uma adição da quantidade suficiente de trietanolamina (trolamina), até conseguir um valor de 6-6,5. Misturar no gral o metronidazol e a vitamina E até formar uma pasta homogênea. Adicionar, pouco a pouco e agitando, o gel sobre a pasta anterior. Por último, incorporar a tintura de mirtilo sobre o gel e homogeneizar. Em recipientes adequados, este produto deve ser armazenado em temperatura ambiente e protegido da luz, durante 90 dias. Para uso tópico.
Referência:
Gel de metronidazol, vitamina E y tintura de mirtilo. Disponível em: http://www.cofm.es. Acesso em 05 de outubro de 2008
21 setembro 2008
Cidofovir gel
Arrondo, MA. Alcácera, MA. Sagredo, MP. Pardo, A. Martínez, FJ. Montis
Pharmacy Service, University Hospital Clínico Lozano Blesa, Zaragoza, Spain
Background: Cidofovir is a broad-spectrum antiviral agent, commercially available as an intravenous dosage form and approved for treatment of cytomegalovirus retinitis in HIV patients. However, numerous case reports and published studies have described successful use of topical cidofovir to treat resistant and severe forms of viral infections such as molluscum contagiosum, condylomata acuminata, genital warts, and human papillomavirus, with minimal adverse events. Topical cidofovir is compounded from the commercial parenteral solution and cream or aqueous gel base. Because of the mutagenic properties of cidofovir, compounders formulating this preparation should take cytotoxic precautions.
Methods: A 25-years old woman presented papillomatoses injuries in pubic region which were interpreted as condyloma acuminatum. After several cycles of treatment with imiquimod and podofilotoxin the injuries were refractory or reappeared and extended to the genital zone. The exudate resulted positive for papillomavirus type 6. Because of the resistance of conventional treatments and trying to avoid other more aggressive therapies like surgical resection, as much by the number of injuries like by the extension of the same ones, she was authorized to be treated with 1% cidofovir cream once daily for five consecutive days during two weeks.
Results: All the injuries disappeared completely. The only adverse effect observed was irritation in the treated zone.
Conclusions: Topical cidofovir has demonstrated effectiveness in resistant cutaneous viral infections. However, compounded cidofovir creams or gels are prohibitively expensive and should be reserved for cases in which all other conventional treatments have failed.
Reference: 13th EAHP Congress, Maastricht, the Netherlands, 27-29 February 2008
08 agosto 2008
Estabilidad y actividad in vitro de voriconazol en colirio a una concentración de 3 mcg/ml
Evaluar la estabilidad y actividad de un colirio de voriconazol 3 mg/mL, preparado para su uso en endoftalmitis fúngicas resistentes a anfotericina B y fluconazol. Se analizaron la estabilidad (concentración mediante espectrofotometría-UV; pH, osmolaridad y aparición de partículas) y la esterilidad bajo condiciones de conservación diferentes: temperatura ambiente (22-24 °C) o refrigerado (2-8 °C) y la eficacia in vitro del preparado, mediante el método estándar del Nacional Committee for Clinical Laboratory Standards durante un periodo de 30 días.
Las concentraciones de voriconazol se encontraron dentro de los márgenes permitidos por la United States Pharmacopeia (90-115%). El pH (ambiente 6,96-7,60; refrigerado: 6,84-7,21) y la osmolaridad (ambiente: 265-284 mOsm/l; refrigerado: 270-285 mOsm/l) se mantuvieron en los intervalos fisiológicos para el ojo, a lo largo de todo el estudio en las dos condiciones analizadas. La actividad antifúngica del colirio permaneció estable durante las tres primeras semanas.
El colirio preparado de voriconazol 3 mcg/mL permanece estable, estéril y con plena actividad antifúngica durante 21 días cuando se almacena tanto a temperatura ambiente como en refrigeración.
Tejera BI et al. Estabilidad y actividad in vitro de voriconazol en colirio a una concentración de 3 mcg/ml. Farm Hosp 2005; 29(5): 331-334
Bibliografia: Souza GB. Formulação Magistral para Oftalmologia. Ed. Pharmabooks. SP. 2008
Estabilidad del nitroprusiato en soluciones acuosas a 1 mcg/ml
Se examina la estabilidad del nitroprusiato a una concentración muy baja de 1 mcg/ml en jeringas de polipropileno. Estas fueron protegidas de la luz y se almacenaron a dos temperaturas: 4 y 20ºC.
El análisis realizado por HPLC mostró que el nitroprusiato es estable en suero glucosado al 5% durante un período de 264 días a 4ºC y 58 días a 20ºC. Los autores concluyen que utilizando como vehículo la glucosa al 5% y como envase el polipropileno no hay problema para su almacenamiento a corto plazo. Además esta formulación es menos costosa y más práctica que el método de dilución convencional previo usado en el hospital, que requería utilizar la preparación dentro de las 4 horas para evitar su alteración.
Kaisserlian CE et al. Sodium nitroprussiate stability at 1 mcg/mL in aqueous solutions. EJHPS 2005;4:88-90
Bibliografia: Souza GB. Estabilidade de Medicamentos Injetáveis. HP Comunicação Editora Ltda. Rio de Janeiro. 2007
19 julho 2008
Dipirona injetável: estabilidade após diluição
Sinonímia(s): metamizol, metampirona, dipirona sódica
Forma Preparada: solução injetável
A Partir de: solução injetável
Concentração: 500 mg/mL
Estabilidade: 7 dias em seringa plástica descartável estéril de polipropileno
Modo de Preparo: Calcular a quantidade requerida de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Este produto deve ser preparado em área com controle ambiental definido em termos de contaminação por partículas e microbiana, projetada e utilizada de forma a reduzir a introdução, a geração e a retenção de contaminantes em seu interior. Na capela de fluxo laminar, misturar assepticamente os componentes da manipulação.
Estocagem: TEMPERATURA AMBIENTE
Etiqueta: Para Uso Injetável e Proteger da Luz
Referência: Souza GB. Estabilidade de Medicamentos Injetáveis. HP Comunicação Editora Ltda. Rio de Janeiro. 2007
09 julho 2008
Sildenafil: estabilidade da solução oral líquida
Fórmula:
Citrato de Sildenafil 25 mg.............................................................5
Metilcelulose 1%....................................................................25 mL
Xarope Simples USP q.s.p.......................................................50 mL
Manipulação: Calcular a quantidade necessária de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Pulverizar os comprimidos de sildenafil utilizando um gral e pistilo até obter um pó fino. Adicionar parte do veículo e misturar para formar uma pasta homogênea. Adicionar o veículo em porções geométricas até aproximar-se do volume total a ser preparado, misturando após cada adição. Transferir o conteúdo do gral para um cálice graduado. Adicionar veículo suficiente para completar 50 mL. Estocado em frasco de vidro âmbar na concentração de 2,5 mg/mL. Para uso oral.
Estabilidade: 28 dias na temperatura ambiente ou sob refrigeração
Referência da Estabilidade: Nahata MC, Morosco RA, Zaucha JA. Stability of Sildenafil Citrate in Two Extemporaneously Prepared Oral Dosage Forms Stored Under Refrigeration and at Room Temperature [Abstract]. 38th Annual American Society of Health-System Pharmacists Midyear Clinical Meeting and Exhibits: 2003 Dec 7-11; News Orleans, LA. Disponível em: http://www.healthsystem.virginia.edu. Acesso em: 10 de dezembro de 2005
Carvedilol: estabilidade da solução oral líquida
Fórmula:
Carvedilol Comprimido 25 mg..........................................................3
Água Purificada USP...............................................................20 mL
Sorbitol 70% q.s.p.................................................................120 mL
Manipulação: Calcular a quantidade requerida de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Triturar os comprimidos de carvedilol utilizando um gral e pistilo até obter um pó fino. Adicionar 20 mL de água purificada e misturar para formar uma pasta homogênea. Adicionar 40 mL de sorbitol e misturar para formar uma pasta. Adicionar o veículo em porções geométricas até aproximar-se do volume total a ser preparado, misturando após cada adição. Transferir o conteúdo do gral para um cálice graduado. Adicionar veículo suficiente para completar 120 mL. Estocado em frasco de vidro âmbar na concentração de 0,625 mg/mL. Para uso oral.
Estabilidade: 56 dias na temperatura ambiente ou sob refrigeração
Referência da Estabilidade: Yamreudeewong W, Dolence EK, Pahl D. Stability of Two Extemporaneously Prepared Oral Metoprolol and Carvedilol Liquids. Hospital Pharmacy 2006; 41 (3): 254-259
05 julho 2008
Diazepam injetável: estabilidade após diluição

Forma Preparada: solução injetável
A Partir de: solução injetável
Atenção: o diazepam precipita (turvação) em concentrações acima de 0,15 mg/mL
Estabilidade: 6 horas em bolsa plástica de PVC para infusão via endovenosa
Diluente: diluída em soro fisiológico 0,9%, ringer simples, soro glicosado 5% ou ringer com lactatoAtenção: cálculo da diluição 1:40 (5 mg em 40 mL).
Estocagem: TEMPERATURA AMBIENTE
Etiqueta: Para Uso Injetável e Proteger da Luz
Referência da Estabilidade:
1. Morris ME. Compatibility and Stability of Diazepam Injection Following Dilution with Intravenous Fluids. Am J Hosp Pharm. 1978; 35(6):669-72
Irinotecano injetável: estabilidade após diluição

Sinonímia (s): cloridrato de irinotecano, CPT-11, camptotecina-11
Forma Preparada: solução injetável
A Partir de: solução injetável
Estabilidade: 28 dias em bolsa plástica de PVC para infusão via endovenosa
Diluente: soro fisiológico 0,9%
Modo de Preparo: c
Estocagem: REFRIGERAÇÃO
Etiqueta: Para Uso Injetável e Proteger da Luz
Referência da Estabilidade:
1. Hecq JD. Stabilité des Médicaments Injectables en Perfusion. Brussels : Baxter; 2005
Anfotericina B injetável: estabilidade após diluição

Forma Preparada: solução injetável
A Partir de: solução injetável
Concentração: 0,2 mg/mL
Estabilidade: 35 dias em bolsa plástica de PVC para infusão via endovenosa
Diluente: soro glicosado 5% (não misturar com soro fisiológico 0,9%)Estocagem: REFRIGERAÇÃO
Etiqueta: Para Uso Injetável e Proteger da Luz.
Referência da Estabilidade:
1. Amphotericin B. Disponível em : http://www.kingguide.com. Acesso em : 29 de janeiro de 2006
04 julho 2008
Amiodarona injetável: estabilidade após diluição

Forma Preparada: solução injetável
A Partir de: solução injetável
Concentração: 2 mg/mL
Estabilidade: 32 dias em bolsa plástica Viaflex® para infusão via endovenosa
Diluente: soro fisiológico 0,9% ou soro glicosado 5%Estocagem: TEMPERATURA AMBIENTE ou REFRIGERAÇÃO
Etiqueta: Para Uso Injetável e Proteger da Luz
Referência da Estabilidade:
1. Pramar YV. Chemical Stability of Amiodarone Hydrochloride in Intravenous Fluids. IJPC 1997; 1(5):347-348
Topotecano injetável: estabilidade após diluição

Forma Preparada: solução injetável
A Partir de: solução injetável
Estabilidade: 7 dias em bolsa plástica de PVC para infusão via endovenosa
Diluente: soro fisiológico 0,9% ou soro glicosado 5%Estocagem: REFRIGERAÇÃO
Etiqueta: Para Uso Injetável e Proteger da Luz
Referência da Estabilidade:
1. Topotecan. Disponível em: http://www.bccancer.bc.ca. Acesso em: 25 de janeiro de 2006
21 junho 2008
La Formulación Magistral en Oftalmologia
En los últimos tiempos estamos asistiendo a um avance imparable de la terapéutica personalizada con el empleo de medicamentos en fórmulas magistrales ajustados a las precisas necesidades terapêuticas para cada paciente, necesidades no cubiertas por los medicamentos industriales.
¿Cuáles son esas necesidades en oftalmología? Eliminación de conservantes en los colirios y soluciones oftálmicas por sus demostrados efectos indeseables en tratamientos continuados. Dosis diferentes a las comercializadas. Cambios de forma farmacéutica. Posibilidad de prescripción de medicamentos o sustancias de diagnostico dejados de fabricar definitiva o temporalmente por la industria farmacéutica. Utilización de medicamentos novedosos aparecidos en otros países. Los pacientes españoles pueden, mediante fórmulas magistrales, y deben, em cuanto tienen derecho a la salud, ser medicados com sustancias aprobadas por instituciones de reconocido prestigio, que o bien son medicamentos huérfanos o no han sido registrados como especialidades en España.
Tratamiento de enfermedades exóticas que aparecen con la emigración. La excesiva demora que lleva la importación de medicamentos hace esta inviable. Empleo de sustancias poco estables (con escaso tiempo de actividad terapéutica), en la farmacia se pueden elaborar para aplicación inmediata o extemporánea. Asociación de medicamentos. Cuando un paciente tiene que utilizar varios medicamentos, además de la confusión que le origina, surge una desconfianza importante que provoca en muchos casos el abandono del tratamiento. Preparación de soluciones especiales para perfusión en cirugía. Individualización del tratamiento en el vehículo, dosis, forma farmacéutica y excipiente más apropiados a las particulares exigencias y estado de la patología.
Gracias a la formulacion magistral se implica al paciente en el cumplimiento del tratamiento: la fórmula magistral presenta recursos psicológicos añadidos a los farmacológicos muy importantes para el paciente. Es un medicamento desarrollado por su médico y fabricado por su farmacéutico expresamente para él, por lo que se siente seguro con su tratamiento, sentimiento posesivo que propicia, todos lo sabemos, un cumplimiento terapéutico más efectivo que lleva al éxito del tratamiento.
Por tanto, la utilización de la formulación magistral es, por su capacidad y flexibilidad, un potencial para concebir nuevas pautas terapéuticas posibilitando la creación de nuevas formulaciones o bien la
modernización de antiguas fórmulas con modernos principios activos. «El medicamento destinado a un paciente individualizado, preparado por un farmacéutico, o bajo su dirección, para cumplimentar expresamente uma prescripción detallada de los principios activos que incluye, según las normas de correcta elaboración y control de calidad establecidas al efecto, dispensado en farmacia o servicio farmacéutico y con la debida información al usuario en los términos previstos en ley.»
Como vemos, las fórmulas magistrales son medicamentos de prescripción médica obligatoria, por ello la receta médica es una parte muy importante en el proceder terapéutico del médico ya que en ella se resume el tratamiento necesario para restablecer la salud del enfermo. La receta es un documento legal mediante el cual el facultativo médico ordena al farmacéutico, según ciertas reglas establecidas, que se dispensen los medicamentos necesarios para un paciente individualizado, indicando su dosis y la forma farmacéutica.
El triángulo médico-farmacéutico-paciente, em tratamientos con formulación magistral, es una relación específica que responde fundamentalmente a la necesidad y derecho del paciente a una atención sanitaria particular, pues muchos de ellos son considerados «casos únicos» en su categoría, con evidente abandono farmacológico.
La formulación magistral prestigia el quehacer diario del médico y del farmacéutico y la colaboración profesional se traduce en el éxito de los tratamientos, con una mejora de la atención sanitária moderna que, en definitiva, es lo que buscamos los profesionales de la salud.
Dr. Aquilino Corral Aragón
Farmacéutico Comunitario. Especialista en Farmacia Industrial y Galénica. Diplomado en Nutrición y Dietética. Académico Correspondiente de
aquilino@farmaciamagistral.com
Formulação Magistral para Oftalmologia

O preparo de fórmulas magistrais de aplicação terapêutica está totalmente relacionado com a figura profissional do farmacêutico, e sua imagem vinculada para sempre com o gral e o pistilo. A fórmulação é uma atividade altamente técnica, com uma enorme importancia no campo da farmacoterapia, e de uma transcedência inquestionável no campo da clínica, principalmente quando nos referimos à resolução de problemas individuais.
Não existe nada mais atual e mais tradicional ao mesmo tempo: a terapia individualizada, é a rigor, a elaboração de um produto para tratar o paciente. Neste nível de desenvolvimento da formulação, não tem gerado nenhum conflito, exceto a capacidade técnica para desenvolver produtos com a qualidade exigida e a oferta de importantes solucões no campo da pediatria, oftalmologia e da geriatria.
No passado o termo “Formulação Magistral” foi sinônimo de “Farmácia”. Na história, o farmacêutico, sempre formulou o medicamento de forma individualizada para um paciente, segundo a prescrição de um médico. Desde o início do século XX, entretanto, a indútria farmacêutica começa a produzir um número sem fim de medicamentos e de formas farmacêuticas e, em consequência, foi reduzida a necessidade da Formulação Magistral.
Ao final do século XX, uma mudança, e a situação agora é diferente, é a indústria farmacêutica que não pode produzir todos os medicamentos para todos os pacientes.
A formulação magistral é importante pelas seguintes razões: limitações na variedade de doses, limitação das formas farmacêuticas, pacientes hospitalizados, cuidados paliativos, medicamentos que não são mais fabricados, desabastecimento de medicamentos, mistura intravenosas em hospitais, medicamentos-orfãos, novos enfoques terapêuticos, novos estudos clínicos, a dose certa para a pessoa certa.
No livro Formulação Magistral para Oftalmologia, de autoria de Gilberto Barcelos Souza, para cada fármaco, ordenamos de acordo com a denominação comum brasileira (DCB) do medicamento, ou não, relatamos a forma farmacêutica preparada, concentração pesquisada, a estabilidade comprovada, ou não, através de análise em laboratório ou a formulação desenvolvida, o modo de preparo, estocagem e referência bibliográfica específica publicada para aaquela formulação farmacêutica. Praticamente todos os capítulos possuem referências bibliográficas extensas que permitem ao leitor consultar com mais detalhes alguns tópicos. Existe correlação de tópicos e de informações que o leitor pode reunir dados a cerca de um fármaco.
Todas as informações sobre as fórmulas do livro Formulação Magistral para Oftalmologia, foram compiladas e harmonizadas através de consultas e pesquisas em mais de 100 referências bibliográficas e seus respectivos artigos científicos publicados na literatura farmacêutica nacional e internacional. As informações consistem em um resumo de cada artigo dividido ou agrupado, onde priorizamos as de caráter específico e importante para o farmacêutico.
No final de cada manipulação galênica, o leitor encontra a referência bibliográfica, que originou a informação relativa à formula daquela manipulação, confirmada através de métodos laboratoriais, ou não, e que fornece uma oportunidade de explorar a literatura, através de uma abordagem racional, conservadora e segura.
Livro de 240 páginas, e com 90 monografias de princípios ativos, excipientes e formulações, com suas sinonímias e com 200 fórmulas de medicamentos oftálmicos manipulados, com sua descrição galênica, descrita na literatura nacional e internacional, manipulados a partir de soluções injetáveis ou da matéria-prima.
Formulação Magistral para Oftalmologia é um livro que desejamos que seja funcional e prático, de leitura fácil, simples e que atenda os objetivos dos profissionais da manipulação magistral.